- Tebet critica o debate sobre redução da maioridade penal e diz que o Brasil deve priorizar questões mais urgentes de segurança pública.
- Em entrevista ao Bastidores CNN, ela afirma que é necessário sair da lacração nas redes sociais e enfrentar problemas maiores de segurança.
- A ex-ministra defende a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações transnacionais, apontando que os Estados Unidos já reconhecem as facções como terroristas.
- Além da segurança, Tebet destaca a mobilidade urbana como tema relevante e urgente para as grandes cidades brasileiras.
- Sobre a chapa, ela elogia Márcio França e diz que as negociações para compor com Fernando Haddad ainda não aconteceram; afirma que não compete indicar nomes para a chapa ao Senado.
Simone Tebet, ex-ministra do Planejamento, criticou o foco público na redução da maioridade penal e defendeu que o Brasil trate temas de segurança pública mais urgentes. Em entrevista ao Bastidores CNN, ela afirmou que o debate atual não reflete prioridades reais do país.
A senadora também apontou questões estratégicas para o tema da segurança, destacando a necessidade de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações transnacionais. Segundo Tebet, esse enquadramento que já é adotado em parte de outras nações aumenta a urgência de tratar o assunto.
Ela citou ainda a mobilidade urbana como outro tema relevante para as grandes cidades, defendendo maior atenção política e técnica para resolver desafios de transporte e infraestrutura.
Segurança pública e agenda
No contexto eleitoral, Tebet faz parte de uma chapa que envolve o PT e discute a composição de eleições no estado de São Paulo. A ex-ministra também comentou negociações em torno da candidatura de Fernando Haddad ao governo paulista, sem adiantar datas ou nomes definitivos.
Ela elogiou Márcio França como um dirigente com perfil de diálogo e consenso, sugerindo que ele seria um bom nome tanto para o Senado quanto para compor a vice de Haddad. Tebet ressaltou que ainda não houve acertos formais.
Ela informou que, no momento, as conversas sobre a chapa não ocorreram e que o tempo adequado para definirem os nomes ainda está por vir. A candidata ao Senado reiterou que não é a pessoa que definirá sozinha a composição.
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