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Trump indica Jay Clayton para chefiar a inteligência dos EUA

Clayton é indicado para chefiar a Inteligência Nacional após impasse com Bill Pulte e rejeição da extensão de vigilância estrangeira pela Câmara

Jay Clayton, procurador federal do Distrito Sul de Nova York, durante entrevista coletiva em Nova York, em 9 de março de 2026. — Foto: AP/Seth Wenig
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  • O presidente Donald Trump indicou Jay Clayton para o cargo de Diretor Nacional de Inteligência (DNI).
  • Clayton é atual procurador federal do Distrito Sul de Nova York e já foi presidente da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).
  • Bill Pulte, aliado de Trump, assumirá como diretor interino da Inteligência Nacional em 19 de junho, substituindo Tulsi Gabbard, que deixará o cargo em 30 de junho.
  • A indicação de Clayton ocorreu após resistência de parlamentares à nomeação de Pulte para o cargo interino.
  • A nomeação de Pulte contribuiu para o impasse na renovação de lei de vigilância estrangeira, com a Câmara dos Representantes rejeitando uma extensão temporária dos poderes de vigilância.

O presidente Donald Trump indicou Jay Clayton para o cargo de diretor nacional de Inteligência (DNI). A indicação foi anunciada nesta quinta-feira após resistência de parlamentares à escolha de Bill Pulte para ocupar o posto interinamente. Clayton atua como procurador federal do Distrito Sul de Nova York e já foi presidente da SEC.

Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que Clayton é amplamente respeitado na comunidade jurídica e pediu ao Senado que confirme o indicado o mais rápido possível. A confirmação deve vencer a hesitação de legisladores sobre o funcionamento da inteligência.

Bill Pulte, aliado político e atual chefe da agência federal de habitação (HUD), assumirá como diretor interino da Inteligência Nacional em 19 de junho, substituindo Tulsi Gabbard, que deixará o cargo em 30 de junho. A transição ocorre em meio a debates sobre a renovação de leis de vigilância.

Impasse político e desdobramentos

A nomeação de Pulte desencadeou resistência que travou a renovação de uma lei de vigilância com poderes de atuação fora do país, prestes a expirar. A Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos, rejeitou nesta quinta-feira uma extensão temporária dos poderes de vigilância defendida por Trump.

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