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Flávio Bolsonaro pede uso de camisa de Bolsonaro na torcida pela seleção

Flávio Bolsonaro convoca torcedores a usar a camisa do Bolsonaro na torcida pela Seleção e acusa governo Lula de tentar “roubar” a bandeira do Brasil, em Pará

SP - CASO MASTER/MANIFESTAÇÃO/SP/PAULISTA/DIREITA - POLÍTICA - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o pastor Silas Malafaia participam da manifestação "Acorda Brasil", realizada na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, neste domingo (1º). A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza uma série de atos pelo País contra o governo federal e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O escândalo do Banco Master é um dos motes da convocação. 01/03/2026 - Foto: JEFFERSON AGUIAR/PERA PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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  • O senador Flávio Bolsonaro convocou apoiadores a torcer pela Seleção Brasileira “com a camisa do Bolsonaro” e, na mesma postagem, afirmou que o governo Lula quer “roubar” a bandeira do Brasil.
  • As declarações ocorreram nesta quinta-feira, 11, durante agenda do pré-candidato no Pará, em Altamira e Belém, onde acompanhou lançamentos de pré-candidaturas.
  • Flávio participou de eventos com a frase “A Amazônia é nossa” e destacou a defesa do direito à propriedade na região, prometendo facilitar licenças para agropecuária e mineração em 2027.
  • O senador criticou a atuação do governo federal em relação a facções criminosas, disse ter pedido aos EUA que PCC e CV sejam classificados como organizações terroristas e afirmou que, se vencer, dará prazos para que integrantes se entreguem ou sejam neutralizados.
  • Em Belém, o discurso abordou economia, com promessa de retomada de investimentos e criação de empregos, além de citar obras de saneamento básico. História eleitoral do Pará aponta derrota de Jair Bolsonaro nos dois turnos de 2022.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu que apoiadores torçam pela Seleção Brasileira usando a camisa com o rosto dele, em vídeo divulgado nas redes. Ao mesmo tempo, acusou o governo Lula de tentar “roubar” a bandeira do Brasil, segundo o material publicado nesta quinta-feira.

Durante agenda no Pará, Flávio percorreu Altamira e Belém para anunciar lançamentos de candidaturas. O senador participou do lançamento de Éder Mauro (PL-PA) ao Senado e de Daniel Santos (Podemos) ao governo do estado, e vestia uma camisa com a frase A Amazônia é nossa.

Na passagem pela região, o pré-candidato também interagiu com eleitores, inclusive levando uma criança ao palanque. A menina disse que os “tios Bolsonaro” não são ladrões e cuidam da família, provocando agradecimento de Flávio e memória de uma suposta missão alinhada ao presidente Bolsonaro e a Deus.

Defesa da Amazônia e propostas para o estado

Flávio defendeu a propriedade privada na Amazônia, afirmando ser chave para a soberania brasileira. Criticou o PT por supostamente impedir produtores rurais de trabalhar em suas terras e prometeu facilitar licenças para agropecuária e mineração em 2027.

Segurança pública e críticas ao governo federal

Trechos dos discursos focaram na classificação de facções criminosas. O senador disse ter ido aos EUA pedir que PCC e CV sejam classificados como terroristas, acusando o presidente Lula de atuar em favor de traficantes e de ter feito lobby contra a polícia. Adotou tom firme ao mencionar entregas ou neutralização de integrantes, caso seja eleito.

Economia, investimentos e obras

Ao tratar da pauta econômica, Flávio prometeu retomar investimentos e gerar empregos, atribuindo a demanda à falta de confiança no governo federal. Também citou obras de saneamento básico em Belém, citando imagens de esgoto a céu aberto vistas no trajeto até o evento.

Cenário eleitoral no Pará

O crescimento de apoio à base bolsonarista contrasta com o histórico eleitoral local. Em 2022, o pai, Jair Bolsonaro, foi derrotado no Pará em ambos os turnos: Lula liderou no primeiro com 52,22% e no segundo venceu com 54,75% dos votos válidos.

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