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Moraes vota pela manutenção da prisão de irmãos Brazão por Marielle

Moraes vota por manter presos os irmãos Brazão condenados pela morte de Marielle Franco e de Anderson Gomes, validando a delação premiada e a competência do STF

Moraes reafirmou a competência da Corte para julgar o caso e validou as provas
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  • O ministro Alexandre de Moraes votou para rejeitar os recursos da defesa dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão e de outros condenados.
  • O caso envolve o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018.
  • O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e fica em análise até 19 de junho.
  • Moraes reafirmou a competência da Corte para julgar o caso e validou as provas da delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, apontado como executor.
  • Os réus permanecem presos preventivamente em presídios federais de segurança máxima.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou nesta sexta-feira (12) para rejeitar os recursos apresentados pelos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão e por outros condenados. A defesa buscava anular a ação que os tornou réus pelo assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do STF. No voto, Moraes reafirmou a competência da Corte para julgar o caso e validou as provas obtidas pela delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, apontado como executor dos disparos.

Os advogados dos Brazão contestaram a tramitação na Justiça Federal, alegando questionamentos sobre a legalidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal. A defesa também pediu a transferência para a Justiça do Rio de Janeiro.

A análise segue em plenário virtual da Primeira Turma, com prazo até 19 de junho para a conclusão. Composto pelos ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino, o colegiado continuará o exame dos recursos.

Até o momento, os réus permanecem presos preventivamente em presídios federais de segurança máxima. A decisão final sobre os recursos ainda depende do julgamento completo no STF.

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