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Nunes Marques decide pedido de petista contra filme de Bolsonaro

Ministro Nunes Marques rejeita ação para impedir exibição de Dark Horse por falta de competência, já que autor não disputa eleição nacional

O presidente do TSE, Nunes Marques, durante sessão (Luiz Roberto/TSE)
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  • O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, rejeitou o pedido de Rogério Correia para impedir a exibição do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.
  • A decisão afirmou que Correia e o advogado Marco Aurélio de Carvalho não tinham competência para apresentar a ação, que foi negada sem analisar o mérito.
  • Nunes Marques destacou que, conforme o entendimento do TSE, o autor precisa ser candidato na mesma disputa do alvo do pedido; no caso, Flávio Bolsonaro é pré-candidato à Presidência.
  • Correia é deputado federal e pré-candidato ao cargo apenas em Minas Gerais; Marco Aurélio de Carvalho não informou pretensão de concorrer em 2026; o pedido visava impedir divulgação e exploração eleitoral do filme durante todo o período eleitoral de 2026.

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, rejeitou o pedido de Rogério Correia (PT-MG) para impedir a exibição do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu sem análise do conteúdo do filme, por entender que não havia competência para a ação.

O magistrado destacou que, segundo o entendimento do TSE, o autor precisa ser candidato na mesma eleição do alvo da ação. No caso, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência, mas Rogério Correia é deputado federal e não figura como candidato nacional. Marco Aurélio de Carvalho, advogado, também não informou pretensão de concorrer em 2026.

Correia e Carvalho buscavam proibir a exibição, distribuição, publicidade, impulsionamento e exploração eleitoral do filme durante todo o período eleitoral de 2026, argumentando que o longa poderia funcionar como propaganda para Flávio Bolsonaro.

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