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Prefeitura do Rio inicia demolição de prédio irregular no Vidigal

Demolição de prédio irregular no Vidigal, usado como hostel por criminosos, gera prejuízo estimado de R$ 2 milhões e reforça o trabalho de ordenamento urbano

Imóvel funcionava como hostel e contava com dez suítes, piscina e churrasqueira
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  • A Secretaria Municipal de Ordem Pública iniciou, na manhã desta sexta-feira, a demolição de um prédio irregular de quatro andares na rua Hebert de Souza, no Vidigal, zona sul do Rio de Janeiro.
  • O imóvel funcionava como hostel e possuía piscina, churrasqueira e vista para praias; segundo a prefeitura, estava erguido sem licença e sem atender aos parâmetros urbanísticos.
  • O local abriga dez suítes no segundo e terceiro pavimentos, com cerca de 180 metros quadrados no primeiro pavimento para área de lazer, e cinco unidades em construção no quarto andar.
  • O prédio foi alvo de operação de forças de segurança em abril deste ano e era utilizado regularmente por criminosos, segundo o secretário Marcus Belchior.
  • Participam da operação as equipes da Seop, Comlurb, Guarda Municipal, Rioluz, Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio da Polícia Militar; estima-se prejuízo de aproximadamente R$ dois milhões aos responsáveis pela obra irregular.

A Prefeitura do Rio iniciou a demolição de um prédio irregular de quatro andares no Vidigal, na zona sul. A ação ocorreu nesta sexta-feira pela manhã, na rua Hebert de Souza, após a construção ter sido identificada sem licença municipal e fora dos parâmetros urbanísticos.

Segundo a Seop, o imóvel era de alto padrão e contava com piscina, churrasqueira e vista para praias da cidade. A construção abrigava um hostel com áreas de lazer no térreo e dez suítes no segundo e terceiro andares.

O município afirma que o prédio era utilizado por criminosos e que a demolição visa ordenar a cidade e apoiar o trabalho das forças de segurança. O valor estimado de prejuízo com a obra irregular chega a aproximadamente R$ 2 milhões.

Participaram da operação agentes da Seop, da Comlurb, da Guarda Municipal, do Rioluz e da Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio da Polícia Militar.

Engenheiros da Prefeitura estimam o impacto financeiro para os responsáveis pela obra irregular, correspondente a cerca de R$ 2 milhões, beneficiando, segundo o governo, a regularização do entorno.

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