- O ministro Edson Fachin saiu em defesa de Alexandre de Moraes no processo que resultou na condenação de Carla Zambelli, que está foragida.
- A Justiça italiana afirmou que Moraes atuou como vítima e juiz no caso.
- Fachin disse que o processo transcorreu dentro das regras constitucionais e do devido processo legal, e que as decisões de Moraes foram referendadas pela Primeira Turma.
- Ele destacou que a condenação de Zambelli foi aprovada por unanimidade pelos ministros do colegiado.
- A Justiça italiana afirmou que Moraes violou os princípios de imparcialidade e independência; Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão pela invasão aos sistemas do CNJ, fugiu para a Itália e ficou presa por quase 10 meses, sendo libertada em maio.
O ministro Edson Fachin defendeu Alexandre de Moraes no episódio envolvendo a condenação de Carla Zambelli, ex-deputada foragida. A defesa ocorreu após a Justiça italiana afirmar que Moraes atuou como vítima e juiz no caso.
Fachin afirmou, em nota, que o processo transcorreu dentro das regras constitucionais e do devido processo legal. Ele também destacou que as decisões de Moraes foram referendadas pela Primeira Turma do STF.
Segundo o chanceler italiano, a decisão que anulou a extradição de Zambelli para o Brasil apontou violação dos princípios de imparcialidade e independência. Zambelli foi condenada a 10 anos pela invasão aos sistemas do CNJ e permaneceu presa na Itália por quase 10 meses, sendo liberada em maio.
Contexto internacional
A defesa de Moraes reforça que o julgamento ocorreu sob normalidade institucional, com respaldo jurídico interno. A posição italiana, por sua vez, sustenta questionamentos sobre imparcialidade no processo. A notícia envolve cooperação entre tribunais de Brasil e Itália.
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