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PT critica Tarcísio por free flow; Lula adota modelo em rodovias federais

PT critica o free flow, mas governo Lula amplia a cobrança eletrônica em rodovias federais, ampliando adesão e transparência no sistema

Pórtico de pedágio free flow; placa informa a cobrança
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  • PT critica Tarcísio por o sistema de cobrança “free flow”, enquanto governo federal de Lula também adotou o modelo em rodovias federais.
  • Lei que regulamenta o free flow foi sancionada em junho de 2021, com Tarcísio, então ministro da Infraestrutura.
  • A ANTT autorizou a cobrança eletrônica em trechos de sete concessões federais, totalizando 39 pórticos em funcionamento.
  • Em São Paulo, pontos do projeto tiveram mudanças de locais ou cancelamentos, gerando desgaste entre aliados de Tarcísio.
  • O início da cobrança na Rota Sorocabana foi adiado para 1º de janeiro de 2027, conforme defesa da decisão por motivos técnicos e de proteção ao usuário.

O governo de São Paulo está sob fogo cruzado por conta do modelo de cobrança eletrônica de pedágio conhecido como free flow. A defesa diz que a medida busca transparência, segurança viária e adaptação gradual. A crítica parte do PT, que acusa o governo de gestão caótica e falta de comunicação com motoristas. O tema ganhou peso na campanha para o Palácio dos Bandeirantes.

A fila de debates envolve quem está envolvido: o PT, liderado por Fernando Haddad, e o governo de Tarcísio de Freitas, do Republicanos. Em Brasília, o modelo já começou a se expandir sobre rodovias federais sob autorização da ANTT. A gestão Lula ampliou o projeto experimental para várias concessões federais, com 39 pórticos em funcionamento.

Quando e onde ocorreram mudanças relevantes: a lei que regulamenta o free flow foi sancionada em junho de 2021, durante o governo Bolsonaro, com Tarcísio, então ministro da Infraestrutura, na assinatura. Em 2022, o piloto começou na BR-101/RJ e foi ampliado para a BR-116 na mesma concessão. Em 2023-2024, a ANTT autorizou cobranças em trechos federais.

Por que segue adiante o modelo: segundo o governo paulista, a estratégia é técnica, gradual e estruturada, voltada à segurança viária e à adaptação do motorista. Em contrapartida, governistas fazem críticas às redes sociais, apontando que o modelo também acontece em trechos federais sob Lula. O objetivo é manter a fiscalização e a distância percorrida para cobrança.

Na prática, a ANTT identifica as operações: 39 pórticos monitoram a distância percorrida e registram as cobranças nas concessões federais. Em São Paulo, a implementação enfrentou resistência de deputados da base do governador e gerou ajustes, como mudanças de localização de pórticos e cancelamentos.

Após críticas, o governo paulista adiou o início da cobrança em 11 pontos da Rota Sorocabana, incluindo Raposo Tavares, para 1º de janeiro de 2027. Segundo a gestão, a decisão é técnica, regulatória e administrativa, priorizando proteção ao usuário e comunicação eficiente.

Em resumo, o tema envolve mudança de modelo, coordenação entre esferas e impactos para motoristas. O debate eleitoral gira em torno de quem gerencia melhor a transição, com foco na transparência, segurança viária e benefícios aos usuários.

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