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Lula assina Marco Legal do Transporte Público: mudanças anunciadas

Lula sanciona Marco Legal do Transporte Público; norma entra em vigor em junho de 2027 e prevê diversificação do custo operacional e novas regras de concessões

A sanção do Marco Regulatório do Transporte Público ocorreu com vetos. Na avaliação do governo, esses limites foram dados sob justificativas de preservar o interesse público da lei, além da garantia da responsabilidade fiscal e da autonomia dos entes federativos - (crédito: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília)
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Marco Legal do Transporte Público, publicado no Diário Oficial da União.
  • A nova lei entra em vigor em junho de dois mil e vinte e sete, um ano após a publicação, para que estados e municípios se adequem.
  • A principal mudança é a diversificação do custo operacional do transporte, visando evitar aumentos nas passagens.
  • As fontes de recursos incluem valorização de imóveis próximos a obras, receitas de publicidade e exploração de centros comerciais nas estações.
  • São previstos contratos de concessão mais sofisticados, com metas, produtividade e melhoria contínua, além de regras de publicidade direcionada; foram vetados dispositivos que impunham gratuidades ou descontos tarifários sem custeio.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Marco Legal do Transporte Público, publicado no Diário Oficial da União. A medida, enviada pelo governo, prevê diversificar o custo operacional do transporte para evitar aumentos nas tarifas.

A sanção ocorreu neste domingo, 14 de junho, no Brasil. A novidade central é permitir que o poder público use recursos como valorização de imóveis, receitas de publicidade e exploração de centros comerciais em estações para financiar o transporte.

O marco estabelece que a nova lei entrará em vigor em junho de 2027, um ano após a publicação. O atraso visa permitir que estados e municípios se adequem às novas diretrizes.

Fontes de receita e contratos

A norma autoriza receitas oriundas da valorização imobiliária ligada a obras de transporte, publicidade em terminais e ônibus, além da exploração de espaços comerciais nas estações. Também haverá maior sofisticação dos contratos de concessão, com metas e produtividade.

Vetos e justificativas

O governo vetou dispositivos que criariam obrigações financeiras sem custo para estados e municípios, especialmente no que diz respeito a gratuidades e descontos tarifários. Os vetos visam preservar o equilíbrio fiscal e a autonomia federativa.

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