- Para 42% dos eleitores, o culpado pela recomendação de aplicar tarifaço de 25% é Flávio Bolsonaro; 39% apontam Lula; 11% dizem que não é culpa de nenhum dos dois.
- 37% acreditam que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos pode ameaçar a segurança dos brasileiros; 30% acham que vai melhorar a segurança; 23% dizem que nada vai mudar.
- Na avaliação para 2026, Lula lidera cenários de primeiro turno com 42% das intenções de voto, frente a 33% de Flávio Bolsonaro.
- A rejeição de Flávio Bolsonaro subiu de 50% para 52% entre eleitores, enquanto a rejeição de Lula permaneceu em 47%.
- O texto também aponta que, mesmo com as mudanças, Lula mantém liderança nas sondagens, independentemente do cenário analisado.
A pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (15/6), questionou o que teria motivado a decisão dos Estados Unidos de aplicar um tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. O levantamento aponta que a maioria dos eleitores atribui a responsabilidade a Flávio Bolsonaro, senador pelo PL, ligado à aproximação com Donald Trump.
Entre os entrevistados, 42% atribuem a culpa a Flávio Bolsonaro, enquanto 39% apontam o presidente Lula (PT) como responsável pela medida. Outros 11% entendem que a decisão foi tomada independentemente pela gestão norte-americana. 8% não souberam ou não responderam.
Sobre a decisão dos EUA de classificar as facções PCC e CV como organizações terroristas, 37% veem risco para a segurança dos brasileiros. Outros 30% entendem que a medida pode melhorar a segurança, e 23% avaliam que nada mudará.
Lula lidera cenários de primeiro e segundo turnos para 2026, segundo a pesquisa. O petista aparece com 42% das intenções de voto em cenário de 1º turno, frente a 33% de Flávio Bolsonaro. A rejeição de Flávio saltou de 50% para 52%, enquanto Lula permanece com 47%.
A pesquisa aponta que Flávio também aumentou a rejeição entre eleitores para 52%, mantendo Lula com 47% de rejeição. O levantamento mostra, ainda, que o atual presidente não teve alteração no índice de rejeição.
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