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Flávio Bolsonaro defende classificar milicianos como terroristas

Flávio Bolsonaro defende enquadrar milícias como terroristas, citando taxas cobradas em comunidades do Rio e comparação com CV e PCC

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  • O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse defender classificar milícias como grupos narcoterroristas, juntamente com as facções Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital.
  • Ele afirmou que qualquer criminoso que imponha medo coletivo deve ser enquadrado como terrorista, incluindo milícias.
  • Em participação no Fórum VEJA Rumos do Brasil, citou cobrança de taxas por milícias em comunidades do Rio de Janeiro como prática narcoterrorista.
  • Disse que milícias dominam bairros inteiros e que moradores precisam pagar taxas para abrir pequenos comércios.
  • Flávio já é visto como defensor dessa classificação, mas houve acusações de ligação com milícias; ele já recebeu a Medalha Tiradentes de Adriano da Nóbrega e teve familiares empregados em seu gabinete, em investigação encerrada em 2021.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu classificar milícias como grupos narcoterroristas, juntamente com as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC). A afirmação foi feita nesta segunda-feira, 15, durante o Fórum VEJA Rumos do Brasil. A proposta é enquadrar milicianos como terroristas quando impõem medo coletivo.

Segundo o senador, qualquer criminoso que adote as práticas do CV e PCC deve ser considerado terrorista, incluindo milicianos. Ele citou, como exemplo, taxas cobradas por milícias em comunidades do Rio de Janeiro, que, segundo o parlamentar, configuram prática narcoterrorista e domínio territorial.

Flávio Bolsonaro tem sido defensor da classificação de facções criminosas como terroristas, mas até então não incluía as milícias nesse grupo. O debate ocorre em meio a críticas de opositores sobre ligações entre o senador e milícias, sem apuração em aberto.

Contexto adicional

A crítica de Flávio amplia o debate sobre a atuação de milícias no Rio de Janeiro, especialmente em relação ao poder econômico e à influência em bairros. O posicionamento ocorre em meio a investigações relacionadas a ações de autoridades do Estado, com desdobramentos políticos.

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