- Fernando Haddad elogiou os prováveis candidatos a vice-governador de São Paulo: Márcio França, Simone Tebet e Marina Silva, chamando-os de “luxo” com histórico ético e serviços ao país.
- Os três nomes foram ministros no governo Lula, segundo Haddad, que descreveu a chapa como uma opção confortável para ele.
- Haddad afirmou que gostaria de uma reunião com o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para definir a chapa, mas não há data prevista.
- Sobre pesquisas, o ex-ministro disse que ainda estão precárias e que uma parcela da população decidirá o pleito mais adiante, com debates já ocorrendo mais cedo.
- Haddad criticou a condução de Tarcísio de Freitas na Sabesp, alegando que a promessa de reduzir a conta de água era falsa e que o consumidor está pagando pelos investimentos.
O pré-candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elogiou nesta segunda-feira os principais nomes cotados para a vaga de vice-governador em sua chapa: Márcio França, Simone Tebet e Marina Silva. O comentário ocorreu durante o fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja.
Haddad afirmou estar muito confortável com os companheiros de chapa, destacando que os três ex-ministros do governo Lula possuem passado ético e histórico de serviços ao país, inclusive Marina Silva, com atuação fora do Brasil. Ele descreveu a situação como um “bom problema” em meio à indefinição.
O ex-ministro também ressaltou a possibilidade de uma reunião conjunta com o presidente Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para definir a composição final. Ainda não há data prevista para a decisão sobre a chapa, conforme ele.
Nomes cotados para a chapa
Segundo Haddad, o grupo de nomes citados representa uma solução que o deixa bastante confiante. Ele reforçou que prefere aguardar o movimento do PSB na formatação final da chapa, mantendo-se aberto a ajustes.
Ao falar sobre o cenário eleitoral, Haddad avaliou que as pesquisas ainda são precárias neste estágio. Disse que há parcela da população que só deve se engajar mais adiante, enquanto muitos já possuem voto definido.
O pré-candidato destacou ainda que o debate público tem ganhado ritmo mais cedo este ano. Observou que temas como contas de água da Sabesp, segurança pública e a educação paulista, em comparação com outros estados, ganham espaço entre eleitores.
Haddad criticou a condução de Tarcísio de Freitas na gestão de São Paulo, sobretudo em relação à Sabesp. Afirmou que houve promessas de redução da conta de água que não se confirmaram, e que os investimentos acabam sendo financiados pelo consumidor, que paga pela manutenção.
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