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Maria do Rosário vê pressão legítima pela votação do fim da escala 6×1

Deputada do PT afirma que pressão pelo fim da escala 6x1 é legítima, após Câmara aprovar transição e reduzir a carga para quarenta horas semanais

“Estamos pressionando o presidente do Senado Federal à aprovação do fim da jornada 6x1”, disse a parlamentar gaúcha - (crédito: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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  • A deputada Maria do Rosário (PT-RS) afirmou que a pressão da base governista é legítima para acelerar a discussão sobre o fim da escala 6×1 no Senado.
  • Ela disse que a Câmara já aprovou a proposta e abriu caminho para a transição, incluindo a redução da carga horária de 44 para 40 horas semanais.
  • A parlamentar ressaltou que a demora no Senado pode representar uma tentativa de barrar o avanço reivindicado por trabalhadores.
  • A atuação busca também pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para que a proposta avance na Casa.
  • O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) já foi aprovado pela Câmara, mas ainda não foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Maria do Rosário (PT-RS) classificou como legítima a pressão da base governista para acelerar o fim da escala 6×1 no Senado. A deputada afirmou que a Câmara já aprovou o texto e desenhou um acordo de transição para a nova jornada de trabalho.

Segundo a parlamentar, a proposta traz mecanismos para a mudança, incluindo a redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas. Ela afirmou que a demora no Senado seria uma tentativa de impedir avanços reivindicados por trabalhadores.

A declaração ocorreu diante da preparação da Câmara para votar o projeto de lei enviado pelo governo. A tramitação ganhou impulso após a PEC sobre a redução da jornada ficar sem relator e sem previsão de análise no Senado.

Contexto e próximos passos

A mobilização envolve governo, centrais sindicais e base aliada, enquanto oposição e representantes do empresariado pedem estudo aprofundado sobre impactos econômicos. A PEC aprovada pela Câmara ainda não foi encaminhada à CCJ do Senado.

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