- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o pedido da Defensoria Pública da União para adiar o julgamento do deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL‑SP).
- Eduardo será julgado nesta terça-feira, 16, e é acusado de tentar atrapalhar investigações sobre a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro.
- A defesa do ex-parlamentar é feita pela Defensoria Pública da União, já que ele não designou advogados para sua defesa.
- Moraes manteve o calendário do julgamento, sem adiamento.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou nesta terça-feira pedido da Defensoria Pública da União para adiar o julgamento do deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O processo ocorrerá no STF, com Eduardo sob acusação de coação.
Eduardo é acusado de tentar atrapalhar investigações sobre a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro. A defesa do ex-parlamentar é feita pela DPU, já que ele não designou advogados para representá-lo no caso.
A Defensoria Pública atua como representante legal de Eduardo no julgamento, que está mantido para esta terça-feira. Moraes negou o pedido de adiamento feito pela DPU, mantendo a ordem processual original.
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