- O PL, liderado por Valdemar Costa Neto, busca mecanismos para viabilizar a candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado.
- A expectativa é que Michelle participe o quanto antes da campanha de Flávio Bolsonaro à presidência.
- Valdemar Costa Neto afirma que a participação de Michelle é de extrema importância, destacando que ela tem grande potencial de votos.
- Um dos obstáculos é a Justiça não autorizar que ela cuide de Jair Bolsonaro em casa; ela precisaria viajar para outros estados para fazer campanha.
- Michelle não confirmou a pretensão de concorrer; afirmou que não fala sobre ser presidente ou senadora e que está cumprindo sua missão de influenciar mulheres a entrarem na política. Ela deixou o cargo de presidente do PL Mulher em dezembro de 2025 para cuidar do marido.
O PL busca viabilizar a candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado Federal, segundo declarações de Valdemar Costa Neto, presidente do partido. A sigla trabalha para que ela participe da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com antecedência, reforçando a atuação do núcleo da chapa.
Costa Neto aponta a participação de Michelle na eleição de Flávio como de extrema importância, destacando que ela é considerada a mulher com maior potencial de votos no momento. O movimento envolve a análise de estratégias para viabilizar a agenda eleitoral da ex-primeira-dama.
Entre os entraves citados pelo dirigente estão questões de saúde e de cumprimento de decisão judicial relacionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. A Justiça não autorizaria que Michelle cuidasse dele em casa, o que, segundo o PL, exige que a candidata esteja em outros estados para a campanha.
Michelle tem sido discreta sobre a possibilidade de concorrer, não assumindo publicamente o desejo de disputar Senado ou presidência de forma afirmativa. Em recente evento, a ex-primeira-dama reafirmou missão de influenciar mulheres a ingressarem na política, sem confirmar planos eleitorais.
Antes de deixar o cargo, Michelle atuava como presidente do PL Mulher, tendo se afastado em dezembro de 2025 para dedicar-se ao marido. O PL diz manter tratativas para encontrar uma solução viável que permita a sua participação na campanha, sem violar restrições judiciais ou de saúde.
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