- O senador Sergio Moro evitou criticar Flávio Bolsonaro e disse não ter compromisso com desvio de recursos.
- Ele defendeu a apuração completa do caso do Banco Master e afirmou que assinou CPI e CPMI, ao lado da oposição, contra a base do governo.
- Moro afirmou que o escândalo envolvendo o Banco Master ocorreu durante o governo Lula e que os fatos precisam ser investigados.
- Em relação a Flávio Bolsonaro, o senador disse que ele apresentou explicações e assinou pedidos de investigação; aguardará desdobramentos.
- Moro destacou que não vê a mesma cobrança sobre o envolvimento de Fábio Lula da Silva, ligado ao INSS, com fraudes atribuídas ao entorno de Lula.
O senador Sergio Moro (PL-PR) evitou nesta segunda-feira, 15, criticar Flávio Bolsonaro pela relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ele afirmou que não tem compromisso com desvio e defendeu a apuração completa do caso, mencionando que participou de CPI e CPMI sobre o tema.
Moro disse que Flávio apresentou explicações e assinou pedidos de investigação no Congresso. O senador afirmou ainda que aguardará os desdobramentos das apurações e que não enxerga a mesma cobrança sobre o possível envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, em fraudes do INSS.
Contexto e desdobramentos
O parlamentar participou do VEJA Fórum Rumos do Brasil para comentar o assunto. O tema envolve possíveis irregularidades associadas ao Banco Master, investigadas em diferentes frentes, com apoio de parlamentares da oposição. A defesa de Moro sustentou que as investigações devem seguir rigorosamente os fatos apurados.
Ainda segundo Moro, o caso do Banco Master ocorreu sob o governo anterior, o que ele cita ao avaliar o momento das investigações. O senador ressaltou que as apurações devem seguir sem interferências, garantindo tratamento igual para todas as partes envolvidas.
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