- Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA (NLRB) rejeitou as objeções do Whole Foods a uma votação histórica de sindicalização em Filadélfia.
- Decisão foi em ordem breve e unânime, considerando que a empresa não apresentou questões relevantes que merecessem revisão.
- A votação pode abrir disputa legal de anos sobre se a rede Whole Foods, ligada à Amazon, deve negociar coletivamente com empregados nos EUA pela primeira vez.
- A ordem foi assinada por dois membros republicanos do conselho, indicados pelo ex-presidente Donald Trump, e por um democrata indicado pelo ex-presidente Joe Biden.
- O caso sinaliza um possível caminho prolongado de disputas legais sobre direito de organização no setor de supermercados.
O Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB) dos EUA manteve as objeções da Whole Foods Market à votação histórica de sindicalização em Filadélfia, abrindo caminho para uma possível batalha jurídica de anos sobre a negociação coletiva.
A decisão foi publicada de forma unânime, em ordem breve, na segunda-feira. O documento indica que a Whole Foods não apresentou questões substanciais que justifiquem revisão.
A votação ocorreu em Filadélfia e envolve a rede de supermercados de propriedade da Amazon. A decisão aponta para a continuidade do processo sem mudanças imediatas no resultado da eleição.
A composição do NLRB, segundo a decisão, incluiu dois membros republicanos indicados por Donald Trump e um democrata indicado por Joe Biden. Esse trio votou pela não anuência às objeções da empresa.
A medida sinaliza que a empresa poderá enfrentar uma negociação coletiva caso o processo legal se desdobre. O próximo passo ainda depende de desdobramentos judiciais e de novas incidências do caso.
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