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Joana, Sicário e Manolo aparecem em diálogos da investigação contra Vorcaro

Novas mensagens da PF ligam Joana Mourão, Manoel Mendes Rodrigues e Henrique Vorcaro a cobranças, ameaças e tentativa de silenciar integrantes da família Vorcaro ligada ao Banco Master

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
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  • Novas mensagens apreendidas pela Polícia Federal, na investigação da Operação Compliance Zero, apontam Joana Mourão cobrando repasses financeiros após a morte do irmão e afirmando ter documentos que poderiam compromising integrantes da família Vorcaro.
  • Joana diz que Henrique Vorcaro autorizou repasses para tentar silenciá-la, enquanto a defesa de Henrique nega pagamentos ilícitos.
  • Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, era visto pela PF como homem de confiança de Daniel Vorcaro e cometeu suicídio na sede da PF, em Belo Horizonte.
  • Mourão comandava um núcleo de intimidação, conhecido como “A Turma”, e teria acesso a informações sigilosas obtidas em sistemas da PF, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol.
  • Manolo, apelido de Manoel Mendes Rodrigues, é apontado como operador do jogo do bicho e teria atuado para viabilizar pagamentos à irmã do Sicário, com negociações ligadas a contratos imobiliários entre 2021 e supostos recursos.

A Polícia Federal avança em investigações da operação Compliance Zero, relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao caso do Banco Master. Novas mensagens apreendidas evidenciam cobranças de dinheiro e ameaças envolvendo familiares da família Vorcaro.

As comunicações foram encontradas nos celulares de integrantes de uma suposta milícia ligada ao dono do banco. Entre os citados, aparecem Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, que faleceu na carceragem da PF em Belo Horizonte; Manoel Mendes Rodrigues, apontado como operador do jogo do bicho; e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro.

Segundo a PF, Joana cobrou ajuda financeira após a morte do irmão e alegou possuir documentos que poderiam comprometer membros da família Vorcaro. Os investigadores afirmam que Henrique Vorcaro autorizou repasses para tentar silenciá-la, informação negada pela defesa do banqueiro.

Quem é o Sicário

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão era visto pela PF como um dos homens de confiança de Daniel Vorcaro. Ele foi preso preventivamente em Belo Horizonte e cometeu suicídio na sede da PF local. A polícia o relaciona a um núcleo de intimidação conhecido como Turma, identificado em chats de WhatsApp.

A PF também aponta que Mourão obtinha informações sigilosas por meio de acessos a sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol. Entre as funções atribuídas a ele estavam o monitoramento de adversários e a neutralização de situações sensíveis aos interesses do banqueiro. Não há evidências, porém, de que tenha cometido homicídios.

Quem é Joana Mourão

Joana Mourão é irmã de Mourão, o chamado Sicário. Em mensagens, ela solicitou pagamentos a investigados ligados ao caso, alegando que deveriam ser repassados após a morte do irmão. Em uma conversa de abril de 2026, ela criticou a falta de resposta financeira e afirmou possuir material capaz de prejudicar a família Vorcaro.

Ela também criticou a ausência de empatia da Branca ou da família Vorcaro após o falecimento do irmão, destacando a falta de mensagens ou gestos de apoio durante o velório.

Quem é Manolo

Manolo é o apelido de Manoel Mendes Rodrigues, considerado pela PF como operador do jogo do bicho e alvo da fase mais recente da operação. As investigações indicam que Joana manteve parte das conversas com ele, que tentou aproximar-se para tratar o assunto pessoalmente.

A PF aponta que Manoel comunicou a Henrique Vorcaro ter tratado do assunto e teria viabilizado pagamentos à irmã do Sicário por meio de um contrato considerado fictício. A defesa de Henrique diz que Manoel atuava apenas em serviços de vigilância e nega envolvimento com pagamentos ilícitos.

Segundo os advogados, os valores citados estariam relacionados a contratos imobiliários com Felipe Mourão, desde 2021, envolvendo empreendimentos e comissões. As autoridades afirmam que a investigação ainda analisa a validade dos contratos citados.

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Joana, Sicário e Manolo aparecem em diálogos da investigação contra Vorcaro

Novas mensagens da PF mostram Joana Mourão cobrando ajuda financeira e afirmando possuir material para comprometer a família Vorcaro, envolvendo Manoel Mendes Rodrigues nos bastidores

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  • Novas mensagens apreendidas pela Polícia Federal na investigação do caso do Banco Master mencionam Joana Mourão, irmã de Sicário, Manolo Mendes Rodrigues e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro.
  • A PF aponta que Joana cobrou dinheiro após a morte do irmão e afirmou possuir documentos que poderiam comprometer a família Vorcaro; disseram ainda que Henrique Vorcaro autorizou repasses para tentar silenciá-la.
  • Sicário, Luiz Phillipi Machado de Mourão, era considerado um homem de confiança de Vorcaro; ele foi preso preventivamente e cometeu suicídio na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte.
  • A PF afirma que Mourão comandava um núcleo de intimidação chamado “A Turma” e teria acesso a informações sigilosas por meio de sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol.
  • Em mensagens, Joana disse ter material para acabar com a família inteira e reclamou de não receber repasses, além de criticar a postura dos Vorcaro após a morte do irmão.

Novos diálogos apreendidos pela Polícia Federal no âmbito da investigação da operação relacionada ao Banqueiro Daniel Vorcaro revelam personagens citados nos autos. As mensagens foram localizadas nos celulares de integrantes de uma suposta milícia ligada ao dono do Banco Master. Informações apontam cobranças de dinheiro e ameaças.

As comunicações envolvem Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, que morreu na carceragem da PF em Belo Horizonte. Também aparecem Manoel Mendes Rodrigues, apontado como operador do jogo do bicho, e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro.

Segundo a PF, Joana cobrou ajuda financeira após a morte do irmão e afirmou possuir documentos que poderiam comprometer integrantes da família Vorcaro. A investigação aponta que Henrique Vorcaro autorizou repasses para tentar silenciar a situação. A defesa do banqueiro nega pagamentos ilícitos.

Sicário

Luiz Phillipi Machado de Mourão era considerado um dos homens de confiança de Vorcaro, segundo a PF. Ele foi preso preventivamente em Belo Horizonte e cometeu suicídio na sede da Polícia Federal. A polícia relata que Mourão integrava um núcleo de intimidação conhecido como “A Turma”.

A investigação também indica que Mourão obtinha informações sigilosas e monitorava adversários. Ele teria acesso a dados de sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público, do FBI e da Interpol. Funcionários considerados problemáticos para Vorcaro teriam sido alvo de ações do grupo.

Apesar do apelido, a PF afirma não haver evidências de que Mourão tenha cometido assassinatos. A apuração foca atividades de intimidação e obstrução à Justiça associadas ao núcleo sob seu comando.

Joana Mourão

Joana Mourão é irmã do Sicário. Em mensagens, ela cobrava pagamentos de investigados vinculados ao caso após a morte do irmão. Em uma comunicação de 26 de abril de 2026, Joana reclamou da falta de repasses de Henrique Vorcaro.

Ela afirmou possuir material que poderia envolver a família Vorcaro. Em outra passagem, apontou que estaria “muito perto do abismo”. As mensagens também criticaram a ausência de manifestações da família Vorcaro após o falecimento de Mourão.

Joana descreveu dificuldades financeiras e mencionou a possibilidade de tomar medidas para enfrentar adversários, mantendo o tom de intimidação nas mensagens. O material apreendido continua sob análise das autoridades.

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