- Ex-ministro Joaquim Barbosa criou perfis em seis redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn, X, Kwai, TikTok e YouTube) e afirma estudar a candidatura à Presidência em 2026.
- Ele se filiou ao Democracia Cristã, o que o habilita a disputar; o DC retirou a pré-candidatura de Aldo Rebelo, que foi expulso do partido e, depois, reintegrado por decisão judicial.
- Barbosa participou de reunião com o ex-presidente do PSDB, Aécio Neves, no Rio de Janeiro, para discutir cenários para 2026.
- Pesquisas apontam desafio eleitoral: Genial/Quaest indicou 1% de intenções de voto no primeiro turno.
- O desempenho regional é mais forte no Sudeste e Centro-Oeste, com apelo tímido entre eleitores de esquerda não lulistas e de direita não bolsonarista.
Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, criou perfis em seis redes sociais e afirma estudar a possibilidade de disputar a Presidência em 2026. O anúncio foi feito por meio de publicações replicadas no Facebook, Instagram e LinkedIn, além de Kwai, TikTok, YouTube e X.
A movimentação começou no mês passado, quando Barbosa se filiou ao Democracia Cristã. A filiação habilita a disputa, levando o DC a retirar a pré-candidatura de Aldo Rebelo, que foi expulso e reintegrado após decisão judicial.
Em junho, o ex-ministro se reuniu com Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, em uma livraria no Rio. Os dois discutiram cenários para 2026, sem detalhar caminhos ou alianças.
Pesquisa Genial/Quaest, de 10 de junho, aponta Barbosa com 1% de intenções de voto no primeiro turno. O desempenho é regional, com maior apoio Sudeste e Centro-Oeste, sem pontuar Sul e Nordeste.
Entre eleitores de esquerda que não apoiam Lula e de direita que não apoiam Bolsonaro, o ex-ministro aparece com 2% em cada grupo, indicando apelo tímido como alternativa à polarização.
O levantamento foi realizado entre 5 e 8 de junho, com 2.004 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais. Barbosa é conhecido por ter relatado o processo do Mensalão.
Conjunto de sinais
- Perfil público ampliado em várias plataformas.
- Formação de alianças ainda em estudo.
- Cenário eleitoral incerto para 2026.
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