- O ministro André Mendonça, relator da investigação sobre o Banco Master no STF, afirmou que o caso tem “contornos de máfia”.
- A declaração ocorreu durante o julgamento que decide a manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, proprietário do Master.
- Mendonça citou a presença de “fuzis, metralhadoras” e infiltração do sistema policial como elementos da operação.
- O ministro ressaltou que há peculiaridades na apuração e que não se trata apenas de crime do colarinho branco.
- Ele destacou que o caso envolve fraudes, lavagem de dinheiro e prejuízos ao sistema financeiro, além de lapidação de um fundo garantidor das poupanças.
O ministro André Mendonça, relator no STF da investigação sobre o Banco Master, afirmou nesta terça-feira que o caso tem “contornos de máfia”. A declaração ocorreu durante o julgamento que analisa a manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, proprietário do Master.
Mendonça descreveu a investigação como envolvendo crime organizado, destacando a presença de fuzis, metralhadoras e armas raspadas, além da infiltração do sistema policial. O ministro ressaltou peculiaridades que vão além de crimes comuns.
Segundo ele, não se trata apenas de crime do colarinho branco, mas de uma trama que envolve fraudes, corrupção, lavagem de dinheiro e danos ao sistema financeiro nacional. O relato incluiu a ideia de que o esquema envolve a proteção de um fundo que garante poupanças no país.
A defesa ainda não respondeu publicamente aos comentários do relator. O caso segue em análise no STF, com a decisão sobre a prisão de Henrique Vorcaro prevista para ser baseada no conjunto de evidências e nas circunstâncias apresentadas até o momento.
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