- MP de São Paulo denunciou três líderes da Mancha Alviverde por ameaça contra Leila Pereira, presidente do Palmeiras, ligada a protesto em frente à sede da Crefisa, no Jardim América, em 29 de junho de 2023.
- Denunciados: Jorge Luis Sampaio Santos, Felipe Mattos dos Santos (conhecido como Fezinho) e Thiago Amorim de Melo (Pato Roko); prisão preventiva ligada a outra investigação envolvendo suposta emboscada a torcedores da Máfia Azul, do Cruzeiro, em Mairiporã.
- Segundo o Ministério Público, o protesto bloqueou acessos ao local e criou ambiente de pressão e intimidação, com mensagens violentas nas redes sociais mencionando morte da presidente.
- Além de responsabilização criminal pelo crime de ameaça com concurso de pessoas, o MP pediu indenização por danos materiais e morais a Leila Pereira; defesa de Jorge Luís Sampaio afirma inocência e críticas à análise de manifestações políticas, enquanto as demais defesas não foram localizadas.
O Ministério Público de São Paulo denunciou três líderes da torcida Mancha Alviverde por ameaça contra Leila Pereira, presidente do Palmeiras. A denúncia envolve um protesto realizado em junho de 2023 em frente à sede da Crefisa, no Jardim América, em São Paulo. Os denunciados são Jorge Luis Sampaio Santos, Felipe Mattos dos Santos, conhecido como Fezinho, e Thiago Amorim de Melo, o Pato Roko.
Segundo o MP, o grupo liderou a manifestação que teve caráter intimidatório e visou pressionar Leila Pereira pelo encerramento de repasses financeiros à organizada. O episódio ocorreu na manhã de 29 de junho de 2023, quando mais de cem integrantes bloquearam acessos ao local da Crefisa. A atuação foi classificada como ameaça direta à dirigente, extrapolando o limite de uma manifestação legítima.
Além da atuação presencial, o MP destacou a circulação de mensagens violentas em redes sociais vinculadas ao protesto, com menções de morte à presidente. A denúncia foi embasada no crime de ameaça, previsto no Código Penal, em concurso com o crime de mão de obra coletiva. O MP também pediu indenização por danos materiais e morais a Leila Pereira.
A defesa de Jorge Luís Sampaio informou que o Judiciário estaria tratando manifestações políticas como crime, sustentando a inocência do cliente. Leila Pereira não se manifestou até o momento. A Mancha Alviverde ainda não respondeu aos questionamentos. O texto será atualizado caso haja comentários oficiais.
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