- A Primeira Turma do STF julga, nesta terça-feira, 16 de novembro, se condena Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo.
- A PGR pediu a condenação do ex-deputado, representada pelo subprocurador-geral Antônio Edilio Magalhães Teixeira.
- A denúncia afirma que Eduardo usou influência política nos Estados Unidos para articular sanções internacionais contra o Brasil e ministros do Supremo.
- A PGR aponta provas públicas (vídeos, postagens, entrevistas) e mensagens de WhatsApp como evidência de coação.
- O caso envolve supostas tentativas de pressão para impactar o funcionamento do STF.
A Primeira Turma do STF julga nesta terça-feira, 16 de novembro de 2024, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro por suposta coação no curso do processo. A acusação diz que ele usou influência política nos Estados Unidos para articular sanções internacionais contra o Brasil e ministros do Supremo.
A Procuradoria-Geral da República pediu a condenação de Eduardo. O subprocurador Antônio Edilio Magalhães Teixeira afirmou haver um conjunto de provas que indicam a existência de coação, com base em vídeos, postagens, entrevistas e mensagens de WhatsApp.
Segundo a PGR, o objetivo era pressionar o Judiciário e o governo, além de retaliações econômicas. A defesa não teve o mesmo entendimento sobre os fatos, ressaltando a necessidade de avaliação cuidadosa das provas apresentadas.
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