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PSol articula pressão para senadores pela aprovação do fim da escala 6×1

PSol articula pressão no Senado para aprovar PEC que encerra a escala 6x1, destacando ganho trabalhista e ampla adesão popular

Coradi também disse estar preocupada sobre o uso de inteligência artificial nas eleições e sobre possível interferência dos Estados Unidos - (crédito: Davi Pereira/CB/D.A Press)
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  • O PSol pretende pressionar o Senado para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6×1.
  • Paula Coradi disse que a pauta é trabalhista, com ampla adesão popular, envolvendo centrais sindicais e movimentos.
  • No Rio Grande do Sul, a chapa para o Senado é liderada pela ex-deputada Manuela D’Ávila; outras pré-candidatas citadas são Marina Silva, Mônica Benício, Áurea Carolina e Afrânio Boppré.
  • O PSol apoia a reeleição do presidente Lula, afirmando que o governo foi de conciliação nacional e beneficiou os mais pobres.
  • A presidente também comentou temores sobre uso de inteligência artificial, influência de big techs e possíveis intervenções dos Estados Unidos nas eleições; e defendeu ação do Conanda e STF sobre a revogação da regra de aborto para meninas vítimas de estupro.

O PSol intensifica a pressão sobre o Senado para aprovar a PEC que encerra a escala 6×1. A presidente nacional, Paula Coradi, participou do programa CB.Poder nesta terça-feira (16/6).

Ela disse que a mudança não é pauta de esquerda ou direita, e sim trabalhista, com ampla adesão popular. Coradi destacou o papel das centrais sindicais e movimentos na divulgação da pauta.

Na entrevista, também houve foco em negociações de chapas majoritárias. Segundo ela, Manuela D’Ávila lidera a chapa no Rio Grande do Sul, com Marina Silva (SP), Mônica Benício (RJ) e Áurea Carolina/Afrânio Boppré (SC) como pré-candidatos.

Chapa majoritária e perspectivas eleitorais

A liderança do PSol afirma que a aliança para o Senado é competitiva, destacando Manuela D’Ávila como primeira posta. Também mencionou apoio à reeleição de Lula, apontando como governo de conciliação nacional.

Segurança pública e eleições

Coradi comentou sobre os desafios eleitorais, incluindo o uso de inteligência artificial e a influência de grandes empresas de tecnologia. Ela mencionou preocupação com interferência externa nos comícios brasileiros.

Crime organizado e políticas públicas

A presidente criticou a atual estratégia de combate ao crime organizado, dizendo que a política é de espetáculo e que a população pobre é vítima. Enfatizou a necessidade de respostas eficazes da segurança pública.

Aborto e atuação judicial

Sobre a revogação da resolução do Conanda que facilitava o aborto em casos de estupro, Coradi afirmou que o PSol articula ação conjunta com movimentos e o STF. A ideia é defender o direito vulnerável, segundo ela.

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