- Keir Starmer negou ter sido ignorado por Donald Trump no G7, afirmando que houve conversas “muito produtivas” com o presidente americano em sessões do grupo.
- Starmer disse que as conversas se concentraram em Irã e Ucrânia e que a conversa durante o jantar foi “muito construtiva”.
- O primeiro-ministro britânico destacou a importância de abrir o estreito de Hormuz o mais rápido possível, após acordo entre Irã e os EUA, e citou possível participação britânica na desminagem.
- Sobre defesa, Starmer sinalizou que não deve haver novo recurso financeiro no plano de investimento em defesa; Dan Jarvis está definindo prioridades e possibilidades.
- Em relação à Ucrânia, ele ressaltou uma mudança de clima no G7, com maior apoio internacional e novas sanções contra a Rússia para conter redes financeiras e o envio de navios de petróleo e LNG.
Keir Starmer negou ter sido ignorado por Donald Trump no G7 realizado na França. O primeiro-ministro afirmou ter mantido conversas “produtivas” com o presidente dos EUA, embora não tenha ocorrido uma reunião bilateral entre eles. O foco foram sessões em grupo, não encontros individuais.
Starmer ressaltou que o Reino Unido está disposto a colaborar para abrir o estreito de Hormuz após avanços entre Irã e EUA. Disse ainda que pode haver participação britânica em operações de desminagem da rota marítima, para facilitar o comércio global.
Durante a manhã, Starmer foi flagrado em áudio abafado questionando se haveria reunião, enquanto Macron, Zelensky e Trump estavam ausentes. O primeiro-ministro também comentou o impacto econômico de um estreito fechado e a necessidade de ações coordenadas.
Consonância na linha de defesa e cooperação europeia
Starmer informou que planeja um ajuste nas prioridades do novo secretário de defesa, Dan Jarvis, com foco em capacidades reais e alocação de recursos. O cálculo inclui considerar mudanças no plano de defesa, sem novos aportes no momento.
Em relação à Ucrânia, o líder trabalhista destacou uma mudança de tom no G7, com maior unidade entre os aliados e o efeito das sanções sobre a Rússia. Anunciou novas sanções financeiras e aumento do alcance de navios visados pela fiscalização.
Starmer mencionou, ainda, uma conversa com Emmanuel Macron sobre o papel de aliados europeus na abertura de Hormuz, buscando um caminho coordenado com os EUA para desbloquear a passagem o mais rápido possível.
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