- Ronaldo Caiado (PSD) rebate fogo amigo dentro do próprio partido e diz que vai buscar eleitores indecisos.
- O posicionamento foi feito em Brasília, antes de Caiado viajar para São Paulo na quarta-feira (17).
- Membros do PSD avaliam que a campanha dele não decolou e citam desempenho abaixo de outros pré-candidatos, como Renan Santos (Missão).
- Caiado afirma ter mais de quarenta anos de atuação política e saiu de Goiás com oitenta e oito por cento de aprovação.
- O ex-governador mantém estratégia de campanha, diz que a disputa será pelos votos indecisos e sinaliza, de forma cautelosa, possível apoio ao filho de Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno versus Lula.
O pré-candidato ao Planalto Ronaldo Caiado, do PSD, rebateu críticas internas ao seu desempenho nas pesquisas. Em Brasília, antes de seguir para São Paulo, ele respondeu a questionamentos de membros do próprio partido sobre a evolução da campanha.
Segundo Caiado, a experiência de mais de 40 anos na política e a capacidade de governar são diferenciais que ele traz à disputa. O ex-governador de Goiás ressaltou que, apesar dos números, continua confiante na captação de eleitores indecisos.
O PSD questiona a velocidade do crescimento da campanha de Caiado; em levantamento recente, ele aparece atrás de Renan Santos (Missão) entre os pré-candidatos. O ex-governador afirmou que não pretende alterar a estratégia para agradar segmentos específicos.
Ele explicou que não fará mudanças de abordagem com base em críticas internas e afirmou manter a candidatura autêntica. Para Caiado, a batalha eleitoral segue voltada aos eleitores ainda indecisos.
Sobre o cenário de eventual segundo turno, Caiado comentou a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, caso haja convergência. Contudo, disse que qualquer gesto ainda depende de condições políticas e da fase da campanha.
Para o candidato, ainda há muito trabalho pela frente na corrida presidencial. Caiado destacou que a campanha continua caminhando, com foco em ampliar a base entre os eleitores que ainda não definiram seu voto. O objetivo é reduzir a distância para os concorrentes.
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