- Senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) criticou uma montagem nas redes sociais que mostra o presidente Lula arremessado de uma ponte, supostamente praticando rope jump.
- A imagem faz referência à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida em Limeira (SP) no sábado, após ser lançada de uma ponte durante prática de rope jump sem amparo adequado.
- Cleitinho disse, no plenário do Senado, que políticos estão usando a morte para fazer política e pediu fim à polarização e ao que chamou de “brincadeira de mal gosto”.
- O senador afirmou que quem fez a montagem não é de direita nem cristão, classificando a ação como baixaria e cobrando respeito à dor da família.
- Ainda segundo ele, o rope jump não seria um esporte formal e a morte da jovem seria resultado de negligência e da falta de fiscalização.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) criticou uma montagem que circula nas redes sociais, na qual o presidente Lula (PT) é arremessado de uma ponte, supostamente durante a prática de rope jump. A peça envolve a morte de uma jovem associada ao esporte.
A imagem faz referência à tragédia ocorrida no sábado, 13/6, em Limeira, no interior de São Paulo. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após ser lançada de uma ponte durante a atividade, supostamente por falha de organização e fiscalização.
Cleitinho participou do plenário do Senado nesta terça-feira, 16/6, para criticar o uso político da dor de familiares. O senador afirmou que a montagem não representa posições ideológicas, mas sim uma prática de alto teor de desrespeito.
Segundo o parlamentar, a montagem não reflete ética nem humanidade e desrespeita a família da vítima. Ele pediu que a polarização política não seja alimentada pela dor dessas pessoas.
O senador também ressaltou que o rope jump não é um esporte devidamente regulamentado e criticou a forma irresponsável com que a imagem foi veiculada. A fala ocorreu durante sessão no Senado Federal.
Cleitinho reiterou que a morte da jovem ocorreu por negligência e falha de fiscalização, não sendo tratada como fatalidade. Ele pediu reflexão sobre os limites da discussão pública nesse tipo de episódio.
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