- Eduardo Bolsonaro pediu ao presidente Donald Trump a retomada de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, via Magnitsky, após a condenação dele.
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- Moraes já havia sido sancionado pela Lei Magnitsky no ano passado, mas Trump recuou meses depois.
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- Eduardo foi condenado na terça-feira, 16, por coação no curso do processo da trama golpista, com pena de quatro anos e dois meses em regime semiaberto e multa de R$ 165 mil.
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- Em vídeo publicado no X, gravado em Dallas, ele disse desconhecer os detalhes do processo e afirmou que seria anistiado caso Flávio Bolsonaro seja eleito; listou ações de Moraes para justificar as sanções.
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- O ex-deputado citou, ainda, o congelamento de contas do Starlink no Brasil, a detenção de assessor americano e mandados contra cidadãos dos EUA; Trump comentou sobre a condenação na cúpula do G7, confundindo nomes.
Eduardo Bolsonaro pediu a retomada de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a condenação dele na terça-feira, 16. Moraes foi condenado por coação no curso do que a corte qualificou como trama golpista, com prisão de quatro anos e dois meses em regime semiaberto e multa de R$ 165 mil.
O pedido foi feito ao presidente dos EUA, Donald Trump, em um vídeo publicado no X, no qual Eduardo aparece em Dallas, no Texas, e pede a reimposição de sanções sob a Lei Magnitsky. O ex-deputado já havia sido sancionado com base nessa lei no ano passado, mas as medidas, segundo ele, teriam sido suspensas.
Eduardo afirma desconhecer detalhes do processo, dizendo que só tem informações pela imprensa e pelas redes sociais, por não ter sido intimado nos Estados Unidos. O trecho divulgado também sustenta que ele é alvo de perseguição em razão de sua relação com autoridades americanas.
Ele também disse que poderá ser anistiado, assim como Jair Bolsonaro, caso seu irmão Flávio Bolsonaro seja eleito, e afirmou que pretende fortalecer a relação entre Brasil e Estados Unidos, bem como com democracias ao redor do mundo. O relato ocorre no mesmo dia em que Trump comentou a condenação durante a cúpula do G7.
Contexto internacional e reações
Durante a conferência internacional, Trump mencionou a suposta prisão de um candidato presidencial brasileiro, confundindo os nomes dos filhos de Jair Bolsonaro. A fala gerou contrapontos, pois quem concorre é Flávio, e Eduardo está cumprindo pena. Trump também classificou o Brasil como país politicamente perigoso.
Em resposta, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não se deve interferir nas eleições brasileiras e destacou que as eleições no Brasil são responsabilidade do país. O comentário enfatizou a diferença entre assuntos internos e relações diplomáticas com outras nações.
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