- Ex-prefeito de Jaguariúna (SP), Gustavo Reis, afirma que o maior desafio da IA no setor público é transformar inovações em resultados concretos para a população.
- Reis destaca que o Brasil precisa ganhar velocidade na transformação digital e que não existe cidade inteligente sem gestão inteligente.
- Ele defende uma cultura de gestão baseada em dados, com servidores que saem da “caixinha” e foco em capacitação, mudança de mentalidade, liderança e governança de dados.
- A inovação, segundo ele, não é exclusiva de grandes cidades; médias e pequenas também podem atuar como laboratórios de transformação digital.
- O tamanho da cidade não determina a capacidade de inovar; o que importa é a coragem de liderar mudanças.
O ex-prefeito de Jaguariúna (SP), Gustavo Reis, avaliou nesta quarta-feira (17/6) os desafios da inteligência artificial na gestão pública. Ele afirmou que o obstáculo principal é transformar as inovações em resultados efetivos para a população, não apenas adotar novas tecnologias.
Reis governou Jaguariúna por três mandatos (2009-2012, 2017-2020 e 2021-2024) e também atuou como presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas. Em sua leitura, o Brasil precisa acelerar a adoção de soluções digitais e construir uma gestão orientada por dados.
Para ele, a transformação digital bem-sucedida depende da capacitação, mudança de mentalidade e governança de dados, além da liderança capaz de incentivar os servidores a romper a zona de conforto. O ex-prefeito enfatizou que o tamanho da cidade não determina a capacidade de inovar.
Inovação nas cidades
Segundo Reis, cidades de médio porte podem atuar como laboratórios de transformação digital, com impactos diretos na qualidade de vida. Acredita que o futuro não está apenas nas capitais, e que a coragem de liderar mudanças é o principal motor da inovação.
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