- O senador Eduardo Girão elogiou a decisão da segunda turma do STF que manteve as prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro no caso Banco Master.
- A medida visa ao prosseguimento das investigações, que apontam a atuação de um grupo que intimidava testemunhas e buscava dados sigilosos.
- Girão destacou a atuação dos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques e elogiou o trabalho da Polícia Federal.
- O senador criticou o voto divergente de Gilmar Mendes e defendeu a continuidade das apurações.
- Também comentou a suspensão da Lei da Dosimetria (Lei 15.402/2026), afirmando que a decisão desrespeitou deliberações do Legislativo e pediu maior equilíbrio entre os Poderes.
Nesta quarta-feira, o STF manteve as prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo do empresário Daniel Vorcaro, no âmbito da investigação relacionada ao Banco Master. A decisão foi tomada pela segunda turma da Corte.
O senador Eduardo Girão, do Novo, avaliou o julgamento como relevante para o andamento das investigações. Ele destacou a atuação dos ministros André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques e reconheceu a PF pelo trabalho técnico desenvolvido no caso.
Girão afirmou que o resultado pode favorecer o avanço das apurações, citando relatos de possível atuação de um grupo que teria intimidado testemunhas e buscado dados sigilosos. O parlamentar criticou o voto divergente de Gilmar Mendes e defendeu a continuidade das apurações.
Dosimetria e relação entre os Poderes
O senador contestou a suspensão prevista na Lei da Dosimetria, aprovada pelo Congresso após veto presidencial. Para ele, a decisão representou desrespeito às deliberações legislativas e destacou a necessidade de equilíbrio entre os Poderes.
Girão ainda indicou que decisões monocráticas de ministros do STF podem impactar o funcionamento institucional. Ao mencionar a pacificação do país, pediu ações concretas na Justiça para alcançar a paz social.
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