- Jimmy Kimmel criticou a decisão de Donald Trump de pintar a reflecting pool de Washington de azul da bandeira, apontando que o projeto custou cerca de US$ 14 milhões.
- A obra visava reformar a piscina no National Mall e repintá-la, mas, segundo o apresentador, ficou verde em menos de uma semana por causa de algas.
- Conforme Kimmel, o tom azulado manteve o calor na água, favorecendo o crescimento de algas, e houve uso de peróxido de hidrogênio para controlar o problema.
- O apresentador ironizou a promessa de “drain the swamp” e disse que o dinheiro foi gasto para construir uma nova piscina, além de debochar de outras propostas associadas ao tema.
- Kimmel também comentou uma tentativa de leitura apresentando orientações de Fox News sobre o caso, mantendo o tom crítico e humorístico.
Jimmy Kimmel Rochou Trump por gafe com poço refletor de Washington
O apresentador Jimmy Kimmel dedicou parte do seu programa a criticar a decisão de pintar o reflecting pool do National Mall, em Washington, de azul inspirada na bandeira dos EUA. A obra, concluída recentemente, custou cerca de 14 milhões de dólares.
De acordo com Kimmel, a ideia era deixar a água com a tonalidade azul, mas o resultado recente ficou verde por causa de algas. O apresentador disse que depósitos de algas tornaram o lago ainda mais quente, acelerando o crescimento.
O comediante citou supostos remédios usados para o tratamento da água, como peróxido de hidrogênio, e sugeriu de forma irônica que o objetivo seria manter o tom de verde associando a uma “cor verde” permanente. Ele criticou o manejo do projeto.
A reportagem de apoio de veículos conservadores foi apresentada com tom que, segundo Kimmel, tenta minimizar o problema. Um trecho da cobertura sugeriu que nenhum outro presidente teria mantido o pool limpo, o que ele rebateu com humor ácido.
Reação e desdobramentos
Kimmel apontou que, apesar do custo elevado, a limpeza do pool não ocorreu conforme o esperado, gerando discussão pública sobre prioridades e gestão de obras públicas. A fala coincidiu com o interesse de espectadores em acompanhar a repercussão do episódio.
O tema ganhou espaço em transmissões de veículos alinhados ao tom conservador, que tentaram minimizar a falha. Kimmel respondeu com comentários satíricos, sem citar fontes específicas, mas mantendo o foco no custo e no resultado.
A reportagem original destacou ainda que a situação envolve decisões administrativas e comunicação pública, com impactos na percepção do governo. O tom central permanece: tratar de transparência e eficiência na gestão de obras.
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