- O Supremo Tribunal Federal condenou Eduardo Bolsonaro por interferência ilegal ao pressionar o governo dos EUA para ameaçar autoridades brasileiras, tornando-o inelegível para cargos públicos por oito anos.
- A decisão cita a cassação do mandato de Eduardo pela Câmara dos Deputados, ocorrida em dezembro de 2025.
- Veículos internacionais destacaram contatos da família Bolsonaro com o governo dos Estados Unidos e visitas à Casa Branca, incluindo encontros com autoridades norte-americanas e o ex-presidente Donald Trump.
- The Guardian e The Washington Post mencionaram o empenho de Eduardo em angariar apoio dos EUA, especialmente do governo Trump, para seu pai.
- On 16 de junho, Eduardo afirmou não reconhecer a condenação do STF e alegou que o processo não garantiu condições mínimas de defesa.
Eduardo Bolsonaro, deputado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado pelo STF por interferência na política externa brasileira, ao supostamente pressionar o governo dos EUA para ameaçar autoridades brasileiras e influenciar um julgamento. A decisão saiu na segunda quinzena de junho de 2026.
Segundo relatos internacionais, a imprensa destacou que Eduardo tem buscado apoio externo, especialmente entre autoridades do governo Trump, para favorecer o seu grupo político. A reportagem destaca a atuação do parlamentar nos EUA e os contatos mantidos pela família.
A condenação também é apresentada como um revés para a família Bolsonaro, com a notícia repercutindo em veículos que acompanham a cena política brasileira. A decisão do STF é colocada ao lado da atuação recente da Câmara, que cassou o mandato de Eduardo em dezembro de 2025.
Repercussões internacionais
A Reuters informou que a decisão torna Eduardo inelegível para concorrer a cargos públicos por oito anos, citando ainda o histórico de envolvimento com decisões da Câmara. A Al Jazeera pontuou que o caso representa mais um tropeço jurídico para a liderança da família.
O Guardian e o Washington Post trouxeram relatos sobre o esforço de Eduardo para angariar apoio externo, associando o movimento ao governo Trump. Ambos ressaltaram que juízes consideraram ilegal a pressão sobre autoridades estrangeiras para influenciar o processo no Brasil.
Eduardo Bolsonaro afirmou, publicamente, não reconhecer a condenação e alegou que não houve condições mínimas de defesa. O deputado classificou o julgamento como inválido, mantendo a posição de contestação à decisão do STF.
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