- O ministro Kassio Nunes Marques foi sorteado como relator da notícia-crime apresentada por Flávio Bolsonaro contra o presidente Lula.
- O sorteio eletrônico ocorreu às 17h16 de quarta-feira, 17 de maio de 2026, pelo Supremo Tribunal Federal.
- Flávio Bolsonaro acusa Lula de ter incitado violência ao mencionar, em evento de 2 de junho, que os filhos de Jair Bolsonaro são “vendilhões da Pátria” e citar Tiradentes.
- A defesa de Flávio afirma que Lula instigou homicídio por enforcamento contra o senador, interpretando a fala como estímulo à violência.
- Kassio Nunes Marques foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro em 2020 e teve a relatoria definida por sorteio eletrônico.
O ministro Kassio Nunes Marques foi sorteado nesta quarta-feira (17. mai. 2026) pelo Supremo Tribunal Federal para atuar como relator da notícia-crime apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O caso envolve acusações de incitar crime contra o parlamentar.
Flávio Bolsonaro protocolou a ação no STF em 4 de junho, após Lula dizer, em evento realizado em 2 de junho, que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro seriam “vendilhões da Pátria” e que Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado por menos do que isso. A defesa sustenta que Lula incentivou violência contra o senador.
Durante a fala, Lula também criticou os filhos do ex-presidente Bolsonaro, que estão presos por suposta tentativa de golpe de estado e por busca de apoio estrangeiro contra decisões brasileiras. O presidente classificou as atitudes como traição à pátria, afirmando que os atos representam desvio de lealdade nacional.
Sorteio e relatoria
A relatoria foi definida por sorteio eletrônico do STF, ocorrido às 17h16. OFato marca a definição formal sobre quem conduzirá a análise inicial do material apresentado por Flávio Bolsonaro.
A ação envolve a acusação de incitar homicídio por enforcamento contra o senador, conforme apresentado naPetição. O STF atuará com base nas informações contidas no documento protocolado pelo parlamentar em junho.
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