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Pacheco nega relatar 6×1 e diz que Alcolumbre pediu PEC da Segurança

Pacheco afirma não ser relator da PEC da Segurança; Alcolumbre sondou contribuição, mas decisão não está definida, em meio a atritos com Lula

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), concede entrevista à imprensa antes de deixar cargo
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  • O ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), afirmou que Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) pediu que ele avaliasse a possibilidade de relatar a PEC da Segurança Pública, mas Pacheco não pretende ser o relator da proposta.
  • A PEC da Segurança Pública visa institucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e permanece sem despacho por Alcolumbre, em meio a atritos com o governo do presidente Lula (PT).
  • Pacheco disse que houve apenas uma ponderação de Alcolumbre sobre a participação dele na relatoria, sem definição de relatoria.
  • O momento envolve também a relação entre Pacheco e Lula, que ficou estremecida após a escolha de Messias para o STF e a recusa de Pacheco para disputar o governo de Minas Gerais.

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou nesta quarta-feira (17/6) que Davi Alcolumbre pediu que ele relatasse a PEC da Segurança Pública. Pacheco negou, porém, que vá relatar a PEC que trata do fim da escala 6×1.

Segundo Pacheco, Alcolumbre fez uma ponderação sobre a participação dele na relatoria da PEC da Segurança, mas não houve definição. O senador mineiro disse não integrar o grupo que pediu a relatoria da PEC da Segurança.

A PEC, que constitucionaliza o Sistema Único da Segurança Pública (Susp), continua sem despacho por Alcolumbre, em meio a atritos com o governo do presidente Lula. A pauta é vista como prioridade pelo Planalto para as eleições de 2026.

Relação com Lula e impactos internos

A fala de Pacheco ocorre em um momento de tensão com o Planalto, após a indicação de Messias para o STF ter provocado reação de setores do governo. A escolha apontou descontentamentos internos entre o ex-presidente do Senado e a atual gestão, além de alterações no comando da Casa.

A nomeação de Jorge Messias para ocupar vaga no STF evidenciou rupturas políticas entre o grupo de Pacheco e a ala do governo, que rejeitou a indicação de outro integrante. A crise se desenvolve em meio a disputas internas pela composição do Supremo e a manutenção de alianças regionais.

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