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PEC do fim da 6×1 fica para julho, diz presidente da CCJ

Senado adia análise da PEC que extingue a escala 6x1 para julho; debate sobre redução da transição da nova jornada de trabalho ainda em estudo

Ele não falou nada comigo. Está tudo parado”, diz Otto Alencar sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre; na foto, o senador em 10.jun.2026
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  • A PEC que extinige a escala 6 x 1 ficará para a 1ª quinzena de julho, segundo o presidente da CCJ, Otto Alencar, que não informou quando o texto será enviado à comissão por Davi Alcolumbre.
  • A proposta foi aprovada pela Câmara em 27 de maio e precisa passar pela CCJ no Senado antes das demais etapas.
  • O Senado deve enfrentar menor movimento no final de junho devido às festas juninas e à Copa do Mundo, o que empurra a decisão para julho.
  • O governo Lula tem a PEC como prioridade em ano eleitoral, com possibilidade de apreciação antes do recesso, dependendo de conversas entre Alcolumbre e o presidente.
  • No Senado, o debate sobre o prazo de transição para a nova jornada de trabalho envolve Randolfe Rodrigues, que aponta ambiente para reduzir os 14 meses de adaptação.

O presidente da CCJ do Senado, Otto Alencar, afirmou que a tramitação da PEC que extingue a escala 6 x 1 deve ficar para a primeira quinzena de julho. O senador baiano disse não saber quando o presidente do Senado encaminhará o texto à comissão.

A PEC já foi aprovada pela Câmara em 27 de maio. No Senado, a matéria precisa passar pela CCJ antes de seguir para as etapas seguintes. O atraso é atribuído a ajustes internos e à agenda de votações da Casa.

Segundo a avaliação de Alencar, o fim de junho tende a ter menos atividades por conta de festas juninas e da Copa do Mundo. Há possibilidade de aprovação antes do recesso, dependendo de conversas entre Alcolumbre e o governo Lula.

Contexto e próximos passos

Randolfe Rodrigues, senador pelo PT, indicou que o principal tema em discussão no Senado será o prazo de transição para a nova jornada de trabalho. O texto da Câmara estabelece 14 meses de adaptação, mas é debatida uma redução desse intervalo.

O apoio de setores do Senado é visto como favorável a uma transição mais curta. A posição é associada à ideia de acelerar os efeitos da medida, alinhando-se aos objetivos do governo na agenda econômica e social.

Perspectivas finais e referências

A tramitação depende de articulação entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governo federal. A expectativa é definir se o texto retorna para análise da CCJ ainda em julho ou se aguarda o mês seguinte. As informações são apuradas pela cobertura institucional.

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