- Alexandre Ramagem, ex-deputado, acusou o ministro Alexandre de Moraes de abuso de poder na condução da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, em publicação no X nesta quarta-feira (17.jun.2026).
- Ramagem elogiou André Mendonça pela atuação no inquérito que apura irregularidades envolvendo o Banco Master, afirmando que ele atuou “como se espera de um julgador”.
- O ex-deputado comparou as formas de condução dos dois ministros, destacando “duas formas opostas de exercer a jurisdição penal” na Suprema Corte.
- Segundo Ramagem, Mendonça fundamentou decisões com pedidos da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, mantendo sigilo, devido processo e proporcionalidade.
- Ramagem afirmou ainda que há diferença entre julgar a prova e fabricar a prova, em relação aos casos conduzidos por Mendonça e Moraes.
Ramagem acusa Moraes de abuso de poder na condução da delação de Mauro Cid e elogia Mendonça no caso Banco Master. A divulgação ocorreu nesta quarta-feira (17.jun.2026) via publicação no X.
O ex-deputado federal Alex Ramagem sustenta que há legalidade de um lado e pressão pessoal do outro na Justiça, contrastando as formas de atuar dos ministros. Ele aponta diferenças entre julgar provas e fabricar provas.
Ramagem criticou Moraes pela condução da delação de Mauro Cid, investigado por possível participação em tentativa de golpe. O acordo de colaboração foi homologado pelo STF.
Elogios a Mendonça e comparação de métodos
Ramagem elogiou André Mendonça pelo tratamento dado ao inquérito envolvendo o Banco Master, destacando que o ministro atuou com base em pedidos da PF e da PGR e submeteu decisões à 2ª Turma.
Segundo o ex-deputado, Mendonça conduziu o caso com sigilo, devido processo e proporcionalidade, caracterizando uma atuação pautada pela legalidade, em contraste com a acusação de abuso apontada a Moraes.
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