- Trump afirmou, em entrevista durante o G7, que conversou com o presidente Lula e considerou a situação política do Brasil perigosa.
- Questionado sobre tarifas dos EUA que podem chegar a 37,5% e sobre a designação de PCC e CV como organizações terroristas, disse que o Brasil se tornou politicamente difícil.
- O ex-presidente norte-americano disse ter ouvido que prenderam alguém concorrente a cargo público, mencionando o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro como se estivesse preso por uma declaração no Texas.
- Na terça-feira, o Supremo Tribunal Federal condenou Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, ainda cabendo recurso; não houve prisão até o momento.
- Trump afirmou que as autoridades brasileiras “jogam pesado” e voltou a comentar sobre eleições nos Estados Unidos, dizendo que seriam manipuladas.
Donald Trump afirmou em entrevista durante o G7 que manteve conversa com o presidente Lula e comentou sobre a situação política do Brasil, descrevendo o cenário como perigoso. O ex-presidente dos EUA também mencionou tarifas dos EUA e a designação de organização como terrorista, sem detalhar ações futuras.
O ex-poderoso americano relatou ter ouvido relatos sobre a família Bolsonaro, incluindo uma prisão atribuída a Bolsonaro Jr, que supostamente estaria indo bem nas pesquisas. Trump afirmou ter ouvido que a prisão ocorreu após uma declaração no Texas, sem confirmar a veracidade dos fatos.
No mesmo período, o Supremo Tribunal Federal condenou Eduardo Bolsonaro, ex-deputado, por coação no curso do processo. A Primeira Turma fixou a pena em quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, cabendo recurso. Eduardo vive nos EUA desde março do ano passado.
Desdobramentos no Brasil
A decisão do STF não resultou em prisão imediata, conforme o tribunal. O caso envolve uma denúncia de coação na condução de processo, com a pena definida, mas possível recurso.
Trump também comentou sobre a política brasileira de forma geral, afirmando que a cena interna é complexa. Em relação aos EUA, veiculou críticas sobre a manipulação de eleições, sem apresentar evidências públicas no momento.
O ministro da Justiça do Brasil foi acionado a acompanhar o desenrolar do caso de Eduardo Bolsonaro, que permanece no exterior. A pauta brasileira segue em movimento, com decisões judiciais e tensões políticas acompanhadas internacionalmente.
Entre na conversa da comunidade