- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu Jaques Wagner após a nona fase da Operação Compliance Zero.
- A PF encontrou cerca de US$ 49 mil e relógios em um quarto de hotel em Brasília, endereços vinculados a Jaques Wagner.
- A investigação apura possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros envolvendo o extinto Banco Master.
- Alcolumbre afirmou que todos podem ser investigados, mas que a presunção de inocência deve prevalecer no Estado Democrático de Direito.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendeu Jaques Wagner após a nona fase da Operação Compliance Zero. A investigação envolve suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros ligado ao extinto Banco Master.
Segundo apurações, cerca de US$ 49 mil em espécie e relógios foram localizados em um quarto de hotel em Brasília, em endereços vinculados ao senador Jaques Wagner. A PF investiga a relação entre os ativos e as atividades investigadas.
Alcolumbre enfatizou a presunção de inocência para todas as pessoas, destacando que ninguém pode ser condenado sem trânsito em julgado. Ele pediu neutralidade às instituições, sem apontar culpabilidade prévia.
Aprofundamento
A operação ainda mira representantes de entidades financeiras associadas ao antigo Banco Master, buscando esclarecer o papel de cada envolvido no suposto desvio de recursos. As informações são parte de documentos oficiais da PF.
As investigações seguem em andamento, com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal atuando para esclarecer as circunstâncias encontradas no endereço ligado ao senador. Não houve conclusão sobre autoria até o momento.
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