- Davi Alcolumbre defendeu a presunção de inocência ao comentar a operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner no caso Banco Master.
- O presidente do Senado, que cancelou sessão conjunta do Congresso por falta de acordo, reiterou o respeito às instituições e o direito de investigação.
- Alcolumbre afirmou que ninguém deve ser condenado antes do trânsito em julgado e que é normal o Judiciário questionar, mas todos têm direito à presunção de inocência.
- Ele destacou que não comemora a desonra pública de ninguém antes de a justiça concluir o processo e que muitas autoridades já provaram a inocência com o tempo.
- Wagner é alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostos desvios envolvendo o PT na Bahia e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Davi Alcolumbre defendeu a presunção de inocência ao comentar a operação da Polícia Federal que atingiu Jaques Wagner, líder do governo no Senado, nesta quinta-feira, 18. O senador afirmou que ninguém deve ser condenado antes do trânsito em julgado e pediu respeito às etapas do processo.
Alcolumbre também mencionou a necessidade de que todos possam ser investigados dentro do Estado democrático de direito. Ele ressaltou que o julgamento antes da conclusão do processo é uma prática prejudicial e citou casos históricos de injustiças.
O presidente do Senado cancelou a sessão conjunta do Congresso prevista para hoje, por falta de acordo e de quórum, após anunciar o assunto. Wagner é investigado na nona fase da Operação Compliance Zero, ligada a fraudes envolvendo o Banco Master.
Contexto da operação
A ação envolve o banco e investiga danos potenciais associados a dirigentes do PT na Bahia e ao banqueiro Daniel Vorcaro. A PF atua no caso relacionado ao Banco Master, com desdobramentos sobre supostos desvios de recursos.
Alcolumbre afirmou solidariedade ao político baiano e elogiou sua trajetória. O líder do governo no Senado já havia negado ter recebido valores do banqueiro e comentou sobre uma reportagem anterior da Veja relacionada à delação de Vorcaro.
Na disputa política recente, Wagner e Alcolumbre vinham mantendo uma relação de afastamento que pode estar entrando em novo ritmo de aproximação. Wagner também comentou publicamente a defesa de Alcolumbre em depoimento recente sobre a delação.
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