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Após operação contra Jaques, Flávio afirma que PT Bahia foi implodido pela PF

Nova fase da operação envolve Jaques Wagner; PF cumpre dezoito mandados, impõe medidas cautelares e apreende 49 mil dólares no caso do Banco Master

Os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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  • A Polícia Federal deflagrou a 9ª fase da Operação Compliance Zero, com 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal.
  • O alvo principal é Jaques Wagner, líder do PT no Senado, suspeito de recebimento de vantagens indevidas; o ex-sócio Augusto Ferreira Lima também figura entre os investigados.
  • O STF autorizou as medidas, que envolvem suspeitas de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
  • A Polícia Federal apreendeu cerca de 49 mil dólares em endereço ligado ao líder do governo no Senado; há medidas cautelares como proibição de contato e suspensão de passaporte.
  • Em evento em São Paulo, Flávio Bolsonaro afirmou que o “PT da Bahia foi implodido pela Polícia Federal”, classificando o dia como péssimo para o PCC, CV e PT.

A 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, mira Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, em investigação que envolve possível recebimento de vantagens ilícitas. A ação ocorreu nesta quinta-feira (18) em Bahia, São Paulo e Distrito Federal. Flávio Bolsonaro (PL-RRJ) comentou o caso em São Paulo, afirmando que houve impacto negativo para o PT, PCC e CV.

A operação cumpre 18 mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, como proibição de contato entre investigados e suspensão de passaporte. Os mandados foram autorizados pelo STF. Também é alvo da investigação o ex-sócio do Banco Master Augusto Ferreira Lima.

Entre os investigados, além de Wagner, está Augusto Lima. A PF aponta possíveis elos entre gestores do Banco Master e o senador, com indícios de recebimento de vantagens econômicas, direta ou indiretamente, por meio de familiares e estruturas vinculadas ao grupo.

A PF apreendeu cerca de 49 mil dólares em um endereço ligado ao líder do governo no Senado, em Brasília. A defesa de Augusto Lima afirmou que as diligências foram desnecessárias e negou qualquer prática ilícita, ressaltando que as medidas devem demonstrar a licitude dos fatos.

A CNN Brasil ouviu as defesas, que permanecem, em princípio, abertas a manifestações. A investigação continua em andamento, com diligências em diferentes estados e oitiva de pessoas relacionadas ao caso.

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