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Bolsonaro prestará depoimento à Polícia Civil do DF sobre caso de arma

Bolsonaro prestará depoimento por videoconferência à Polícia Civil do Distrito Federal sobre arma apreendida; autorização do ministro Alexandre de Moraes

Na imagem, o ex-presidente Bolsonaro em plenário do Senado
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  • A Polícia Civil do Distrito Federal ouvirá o ex-presidente Jair Bolsonaro na quarta-feira, 24 de junho de 2026, sobre o caso da arma apreendida.
  • O depoimento será tomado por videoconferência e autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
  • A arma foi apreendida durante bloqueio policial no Pistão Norte, em Brasília, no dia 15 de junho, transportada por Estácio Leite da Silva, militar do Gabinete de Segurança Institucional.
  • Moraes havia determinado, no dia 16 de junho, que a defesa de Bolsonaro prestasse esclarecimentos sobre a pistola em até 24 horas; os advogados apresentaram a resposta no dia seguinte.
  • A defesa afirmou que a arma estava sem condições de uso, alegou que uma peça foi removida pela equipe de segurança sem o conhecimento do ex-presidente para impedir disparos e que Bolsonaro solicitou o conserto.

A Polícia Civil do Distrito Federal vai ouvir o ex-presidente Jair Bolsonaro na próxima quarta-feira, 24 de junho de 2026. O depoimento será tomado por videoconferência e trata do caso da arma de fogo apreendida durante abordagem de rotina. A solicitação partiu da PCDF e teve autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

A apreensão ocorreu no Pistão Norte, em Brasília, na segunda-feira, 15 de junho. A arma era transportada por Estácio Leite da Silva, militar do GSI, responsável pela segurança de Bolsonaro.

Em 16 de junho, Moraes determinou que a defesa de Bolsonaro preste esclarecimentos sobre a pistola em até 24 horas. Os advogados alegaram que a arma estava sem condições de uso e que o ex-presidente pediu a manutenção ao segundo-sargento do Exército.

A defesa afirma que um membro da equipe de segurança removeu uma peça sem o conhecimento de Bolsonaro para evitar disparos. Segundo os advogados, a medida ocorreu porque o ex-presidente estaria sob medicação psiquiátrica apta a afetar a cognição, o que teria levado ao pedido de conserto.

O depoimento será realizado por videoconferência para coletar informações adicionais sobre o funcionamento da pistola apreendida e as circunstâncias da guarda do armamento. O objetivo é esclarecer os fatos apresentados pela defesa e pela autoridade policial.

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