- Flávio Bolsonaro lançou o plano de governo de segurança “Brasil Sem Medo”, com doze pontos, em São Paulo, ao lado de Guilherme Derrite e Sergio Moro.
- Entre as propostas está a castração química para condenados por abuso sexual, uso obrigatório de tornozeleiras para agressores com medidas protetivas e redução da maioridade penal para 16 anos.
- O plano classifica PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas e prevê a criação de um Sistema Nacional de Fronteira com tropa de elite das Forças Armadas.
- Propõe a construção de cinco presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador e a ocupação permanente dos portos de Santos e Paranaguá pela Marinha.
- Também inclui sistema nacional de reconhecimento facial com um milhão de câmeras, quadruplicar pena para roubo e revenda de celular, e dobrar os investimentos federais em segurança pública.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quinta-feira, 18, o plano de governo na área de segurança pública de sua candidatura à Presidência. Batizado de Brasil Sem Medo, o pacote traz doze metas para o setor.
A coletiva ocorreu em São Paulo, com a participação do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) e do ex-juiz Sergio Moro (PL-PR). Flávio destacou a necessidade de ações mais firmes no combate à violência e às facções criminosas.
Durante a apresentação, o senador mostrou vídeos que apontam crescentes índices de criminalidade no país e criticou a gestão atual, sem mencionar nomes. Ele voltou a defender mudanças legislativas e investimento federal robusto em segurança.
Pontos centrais do plano
- Classificação de PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas.
- Redução da maioridade penal para 16 anos.
- Construção de 5 presídios de segurança máxima no modelo El Salvador.
- Castração química para condenados por abuso sexual.
- Tornozeleira eletrônica para todos os agressores de mulheres com medida protetiva ativa.
- Sistema nacional de reconhecimento facial com a implementação de 1 milhão de novas câmeras.
- Redirecionamento de recursos de famílias de detentos para famílias de vítimas.
- Fim da progressão de regime para crimes hediondos.
- Criação do Sistema Nacional de Fronteira com tropa de elite das Forças Armadas.
- Ocupação permanente dos portos de Santos e Paranaguá pela Marinha.
- Quadruplicar pena para roubo e revenda de celular.
- Dobrar os investimentos federais em segurança pública, hoje em 0,4% dos gastos do governo.
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