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Deputado estadual e ex-vereador são alvos de ação do MPRJ por ligação com TCP

Operação do Ministério Público mira deputado estadual, ex-vereador e servidor da prefeitura do Rio por suposta ligação com o Terceiro Comando Puro; buscas na Alerj e em endereços no Rio e ES

Agentes estão na Alerj
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  • Nesta quinta-feira (18), o Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou operação mira políticos suspeitos de ligação com a facção Terceiro Comando Puro.
  • São alvos um deputado estadual, um ex-vereador e um atual servidor da Prefeitura do Rio, com 14 mandados de busca autorizados.
  • As buscas ocorreram na Assembleia Legislativa (Alerj), na Ceasa e em outros endereços da capital fluminense e do Espírito Santo.
  • A investigação aponta tentativa de interferência em operação no Complexo do Israel, dominado pelo traficante Peixão, e uso de influência para justificar imóveis como destinados a serviços sociais.
  • O inquérito foi instaurado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, com mandados expedidos pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio.

Uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro realizada nesta quinta-feira (18) mira políticos em apuração sobre possível ligação de agentes públicos com a facção Terceiro Comando Puro. Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca.

Entre os alvos estão um deputado estadual, um ex-vereador e um atual servidor da Prefeitura do Rio. Os mandados foram emitidos pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio e autorizados pela Justiça, com diligências na Alerj, na Ceasa e em outros endereços na capital fluminense e no Espírito Santo.

Segundo apuração do MP, o grupo é investigado por tentar influenciar uma operação de apreensão e demolição de imóveis ligados à organização criminosa no Complexo de Israel, área dominada pelo traficante conhecido como Peixão. A investigação começou após parlamentares terem buscado informações junto à Polícia Militar sobre a operação sigilosa, que chegou a ter etapas adiadas.

A promotoria aponta ainda que os investigados teriam usado influência para justificar que os imóveis alvos da ação eram destinados a serviços sociais, fato que, conforme as apurações, não correspondia à realidade. A investigação criminal insere-se na atribuição da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro.

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