- Durante o lançamento do programa de segurança pública “Brasil sem Medo” em São Paulo, Flávio Bolsonaro chamou a operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner de alento.
- A ação mira o líder do governo no Senado, ligado ao PT, em meio a investigações sobre supostos recebimentos do Banco Master via empresa ligada à esposa de seu enteado, e um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões.
- O ato ocorreu no contexto de propostas que devem embasar o plano de governo de Flávio Bolsonaro para 2026.
- O senador afirmou que a operação é indicativo de combate à impunidade, vinculando o caso ao PT e aos grupos criminosos como PCC e Comando Vermelho.
- O comentário foi feito ao encerrar o evento, que apresentou medidas para segurança pública e foi acompanhado por menções a outros candidatos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) elogiou a operação da Polícia Federal que mirou Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, durante o lançamento do programa de segurança pública Brasil sem Medo, em São Paulo.
A PF investiga supostos repassos do Banco Master a uma empresa ligada à esposa de um enteado de Wagner, além de a investigação envolver um apartamento avaliado em 2,5 milhões de reais. A apuração ocorre no âmbito de apurações sobre irregularidades envolvendo o senador baiano.
Flávio Bolsonaro classificou a operação como um alento no combate à impunidade e ligou o caso ao PT, mencionando a atuação da PF na Bahia durante o encerramento do evento. O discurso manteve o tom crítico típico do pré-candidato à Presidência.
O lançamento do plano de segurança pública, que deve embasar o programa de governo de Flávio em 2026, ocorreu em São Paulo e reuniu propostas para aprimorar a atuação policial, inteligência de segurança e políticas de prevenção.
Além de Flávio, o comentário sobre a operação foi feito por João Doria e outros apoiadores, enquanto o presidenciável do Novo, Romeu Zema, também comentou o tema durante a agenda.
A investigação envolve a relação entre Wagner, o Banco Master e operações financeiras avaliadas pela PF, com foco em potencial desvio de recursos públicos ou privados ligados a atividades políticas.
O caso ganhou repercussão nacional, reforçando o debate sobre transparência de financiamentos de campanhas e a atuação da PF em sigilo, segundo apuração de veículo do setor.
Entre na conversa da comunidade