- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o PT após a operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner, no novo desdobramento do caso Master.
- As investigações indicam que o senador pode ter recebido propinas de Augusto Lima, ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, segundo o material em apuração.
- O senador esteve na casa de Vorcaro em dezembro, alegando ter ido para colocar um “Ponto final” na relação com o ex-banqueiro.
- Desde a revelação da relação com Vorcaro, Flávio passou a defender a instalação de uma CPMI para apurar o caso Master, mas nem todos os pedidos de investigação foram apoiados por ele.
- Nesta quinta-feira, 18, ele voltou a pedir pela CPMI do Master, reiterando o pleito.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o PT após a operação da Polícia Federal contra o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no quadro do caso Master. Segundo investigações, há indícios de que Flávio teria recebido propina de Augusto Lima, ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro.
O senador também é citado na apreciação de que pediu dinheiro a Vorcaro para a produção do filme Dark Horse, inspirado na vida do então pai de Flávio. Além disso, ele foi à residência de Vorcaro em dezembro, durante medidas cautelares do ex-banqueiro.
Contexto do caso Master
Flávio defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para apurar o caso Master, embora dados do jornal Estadão indiquem que ele não apoiou todos os pedidos de investigação no Senado.
Dos cinco requerimentos que buscavam signatários, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro apoiou apenas dois, conforme apuração de veículos nacionais. Flávio sustenta que apoiou todas as iniciativas do gênero.
Ao criticar Wagner e o PT na quinta-feira, 18, Flávio voltou a defender a CPMI do Master. O tema segue em evidência, com desdobramentos ainda em apuração pelas autoridades.
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