- O Departamento de Estado dos Estados Unidos criticou a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo STF, apontando “perseguição” e uso político do Judiciário brasileiro, em defesa de que debates políticos sejam resolvidos por eleições.
- Eduardo foi condenado no dia 16 de junho, por unanimidade, pela Primeira Turma do STF, por coação no curso do processo relacionado a atuação nos Estados Unidos para intimidar o Judiciário brasileiro.
- A sentença prevê quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, multa de R$ 150 mil, e perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, com impedimento de disputar eleições por oito anos.
- Esta é a segunda manifestação pública do governo Trump sobre o caso; o ex-presidente Donald Trump comentou a condenação, sugerindo confusão sobre membros da família Bolsonaro e atribuindo motivação política.
- Trump também criticou o que chamou de atuação “pesada” das autoridades brasileiras e fez ataques adicionais às eleições nos Estados Unidos, alegando manipulação.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos criticou a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo STF, alegando perseguição política e uso do sistema judicial para fins oposicionistas. A manifestação foi divulgada pela Reuters e confirmada pela reportagem.
Segundo o comunicado, há um padrão de lawfare em ações contra opositores políticos no Brasil, com debates políticos devendo ocorrer via eleições democráticas, não por meio de condenações judiciais. O órgão não mencionou nomes além do ex-parlamentar.
Eduardo Bolsonaro foi condenado na terça-feira (16) pela Primeira Turma do STF por coação no curso do processo, relacionado a atividades nos Estados Unidos. A decisão envolve medidas para intimidar o Judiciário brasileiro e impedir a análise de uma trama golpista.
A pena fixada é de quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, além de multa de R$ 150 mil. Também houve a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, com efeito de ficha suja por oito anos.
Repercussões e contexto
Trump já havia comentado sobre o caso em entrevista, mencionando informações não confirmadas e confundindo nomes. Em tom crítico, ele alegou interferência política e citou diferenças entre Brasil e EUA. Não houve confirmação oficial de referências adicionais.
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