- Joaquim Barbosa estreou nas redes sociais e sinalizou consultar a possibilidade de se lançar pré-candidato à Presidência, sem confirmação formal.
- Ele abriu perfis em Instagram, YouTube, LinkedIn, Kwai, Facebook e TikTok, além de reativar o perfil no X, com foco na integração do Brasil aos países de língua portuguesa.
- Em postagem no LinkedIn — replicada nas demais redes — o ex-ministro afirmou que pretende usar as redes de forma mais ativa para dialogar com o público.
- Na esfera política, Barbosa ficou conhecido por atuar como relator do Mensalão no STF, cargo que o tornou símbolo de combate à corrupção.
- Pesquisas indicam que Barbosa perde força entre eleitores: Quaest aponta 1% de intenção de voto, com melhor desempenho no Sudeste (até 2%), e Nexus registra 2% a 3% em cenários estimulados.
Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, estreou nas redes sociais na terça-feira (16) sinalizando intenção de pré-candidatura à Presidência. Em várias plataformas, ele deixou claro que pode disputar o cargo, sem confirmar oficialmente a candidatura.
Ele abriu perfis no Instagram, YouTube, LinkedIn, Kwai, Facebook e TikTok, além de reativar o X. Barbosa citou a falta de integração do Brasil com países lusófonos como tema urgente para abordar.
No LinkedIn, o ex-ministro afirma estar estudando a possibilidade de concorrer quando a lei permitir. A mensagem foi replicada nas demais redes, com exceções de Kwai, TikTok e YouTube, que ainda não tiveram publicações.
Barbosa ganhou notoriedade ao relatar o Mensalão no STF, entre 2003 e 2014, o que lhe rendeu imagem de combate à corrupção e moralização institucional. Ele se aposentou antecipadamente em 2014.
A filiação ao Democracia Cristã (DC) gerou controvérsias internas, com Aldo Rebelo deposto da corrida presidencial interna. Rebelo reagiu, mantendo pré-candidatura, e houve abertura de processo de expulsão contra ele.
Pesquisas recentes mostram a dificuldade de Barbosa em ganhar apoio expressivo. Genial/Quaest aponta 1% de intenção de voto no cenário atual, com melhor desempenho no Sudeste (2%).
Outra sondagem, Nexus/Btg Pactual (maio), apontou 2% a 3% em cenários estimulados de primeiro turno, ainda sem viabilidade clara no eleitorado nacional. As duas pesquisas têm registro no TSE.
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