- Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, participou do JR Entrevista e falou sobre investigações da Operação Cúmplice Zero.
- Ele criticou a condução de inquéritos no STF e citou a “jurisprudência da exceção” no tribunal.
- O senador detalhou propostas de segurança pública para a pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência.
- Marinho vinculou o crescimento do Banco Master a decisões tomadas durante gestões petistas na Bahia.
- Segundo ele, o processo começou com a venda do Credcesta, instituição estadual que atendia servidores públicos, com menção ao ministro Rui Costa e ao senador Jaques Wagner.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), participou do JR ENTREVISTA nesta quarta-feira (22). O assunto foi a operação Cúmplice Zero, críticas à condução de inquéritos no STF e propostas de segurança pública para a pré-campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência. A entrevista foi veiculada pelo programa apresentado por Thiago Nolasco.
Marinho afirmou que o crescimento do Banco Master, alvo de investigações recentes, tem origem em decisões de gestões petistas na Bahia. Segundo ele, o processo teve início com a venda do Credcesta, instituição estadual que atendia servidores públicos, e envolveu nomes como o ministro da Casa Civil Rui Costa e o senador Jaques Wagner.
Afirmou ainda que as investigações atuais são parte de uma construção iniciada no governo estadual, buscando explicar o que chamou de trajetória do banco. O senador destacou a necessidade de acompanhar as ações para entender impactos à segurança pública na pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
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