- O presidente da Câmara, Hugo Motta, indicou que pretende manter Afonso Hamm na relatoria do projeto de renegociação das dívidas rurais, apesar de críticas da Frente Parlamentar da Agropecuária.
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- O texto foi aprovado no Senado no dia dez, e agora a Câmara terá a palavra final sobre a versão enviada.
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- Motta ressaltou que costuma manter o relator para preservar a coerência do texto e reconheceu limites de alterações.
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- O setor agropecuário defende que a Câmara agilize a votação para o próximo Plano Safra, mas o governo avalia elevado impacto fiscal e pode vetar ou contestar o projeto.
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- A FPA sinaliza que pode negociar ajustes, desde que o projeto mantenha sua essência, enquanto deputados da base discutem a abrangência e o uso de recursos de fundos públicos.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que manterá o deputado Afonso Hamm na relatoria do projeto de renegociação das dívidas rurais, apesar das críticas da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O texto foi aprovado no Senado em 10 de junho, e a Câmara dará a palavra final.
Motta ressaltou que costuma manter o relator ao reavê-lo, para conservar a coerência do texto. Ele acrescentou que há limites do que pode ser modificado sem perder o conteúdo acordado.
O agronegócio defende a permanência de Hamm e discute se a Câmara deve acelerar a votação para o próximo Plano Safra, que começa em 1º de julho. O governo teme o elevado impacto fiscal da medida e pode vetar ou judicializar o tema.
Ajustes no texto
A FPA sinaliza abertura a mudanças, desde que a essência do projeto não se perca. O líder da bancada, Pedro Lupion, afirmou que há espaço para negociação sem perder a finalidade do texto. Motta, porém, aponta que ajustes são limitados.
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