- O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã de quinta-feira, uma operação contra o deputado estadual Val Ceasa, um ex-vereador (atualmente servidor municipal) e um ex-assessor parlamentar, com suspeita de ligação com a facção Terceiro Comando Puro (TCP).
- A ação envolve 14 mandados de busca e apreensão, incluindo um na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
- O deputado envolvido é Roosevelt Barreto Barcelos, conhecido como Val Ceasa; as buscas na Alerj seriam no gabinete dele; o ex-vereador é Ulisses Marins.
- A operação é conduzida pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) do MPRJ e pela Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro da Polícia Civil.
- Segundo a apuração, há indícios de que parlamentares teriam procurado a Polícia Militar para obter informações sobre a operação sigilosa, que visava demolir imóveis ligados ao TCP em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio; mandados também atingem a Ceasa e endereços na capital e no Espírito Santo.
O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) uma operação contra um deputado estadual, um ex-vereador que hoje atua como servidor municipal, e um ex-assessor parlamentar. O alvo é suspeita de relação com a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP).
A ação envolve 14 mandados de busca e apreensão, incluindo um na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O deputado estadual apontado é Roosevelt Barreto Barcelos, o Val Ceasa (PRD). As diligências na Alerj seriam no gabinete do parlamentar. O ex-vereador citado é Ulisses Marins.
A operação é coordenada pela CSI/MPRJ, com apoio da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro da Polícia Civil. Dados preliminares indicam que parlamentares teriam buscado informações da Polícia Militar sobre a operação sigilosa, que visava demolir imóveis ligados ao TCP em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio.
Mandados também alcançam a Ceasa, uma das maiores centrais de abastecimento da América Latina, localizada na Zona Norte, além de endereços na capital fluminense e no Espírito Santo. A ação tem autorização do Órgão Especial do TJ-RJ e contempla endereços vinculados aos investigados.
Entre na conversa da comunidade