- A Polícia Federal apreendeu em endereços ligados ao senador Jaques Wagner, na Bahia, cerca de R$ 16,5 mil, US$ 16,7 mil e € 39,6 mil em espécie durante a nona fase da Operação Compliance Zero.
- Em Brasília, diligências anteriores resultaram na apreensão de US$ 49 mil em espécie e relógios em um quarto de hotel vinculado ao parlamentar.
- O total estimado de valores apreendidos ligados a Wagner, somando as ocorrências na Bahia e em Brasília, chega a aproximadamente R$ 593 mil.
- As ações ocorreram após determinação do ministro do STF André Mendonça; as ordens autorizavam buscas e a retenção de dinheiro em espécie acima de R$ 20 mil, além de outros bens.
- A investigação apura um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros ligado ao Banco Master, com suspeitas de benefício indevido em troca de atuação política.
A Polícia Federal apresentou ações da nona fase da Operação Compliance Zero. Em endereços ligados ao senador Jaques Wagner, foi apreendido quase R$ 16,5 mil, US$ 16,7 mil e € 39,6 mil em espécie na Bahia. As ordens foram autorizadas pelo ministro do STF André Mendonça.
Antes disso, em diligências em Brasília, agentes apreenderam US$ 49 mil em espécie e relógios em um quarto de hotel associado ao parlamentar. O montante soma aproximadamente R$ 253 mil na cotação atual.
Total estimado de recursos retidos nas ações ligadas a Wagner chega a quase R$ 593 mil, entre Bahia e Brasília. A PF aponta vínculo entre o senador e o Banco Master, com suspeitas de benefícios indevidos e favorecimento político.
Dinâmica da investigação e elementos apurados
A PF indica que Wagner teria sido beneficiário de vantagens relacionadas ao Banco Master, incluindo voos em aeronaves privadas, ingressos para eventos no exterior e um apartamento de luxo em Salvador avaliado em R$ 2,45 milhões. Em contrapartida, haveria atuação favorável a interesses do banco em debates legislativos.
Entre na conversa da comunidade